– Foram necessários dez anos para que finalmente a esperada união entre Angra e o vocalista Alirio Netto acontecesse. Os dois vídeos ao vivo gravados no Porão do Rock, em Brasília comprovam que o cantor é uma peça que se encaixou perfeitamente dentro do estilo do grupo, que faz um metal progressivo puxado para o power metal. Por mistérios insondáveis, aunião não deu cero em 2013 e o posto acabou com o italiano Fabio Lione, excelente vocalista, mas que tinha estilo bem diferente do metal progressivo. Os vícios sinfônicos dele incomodavam muitos fãs, que sempre sonharam em vr André matos de volta ou a entrada de Alírio, que teve passagens por Shaman e Age of Artemis, além de integrar o tributo inglês Queen Extravaganza. A chegada do novo vocalista do Angra é uma das ótimas notícias do rock brasileiro depois depois do engodo do “hiato” da banda.
– Começam as especulações sobre uma possível volta do U2 à América Latina até meados de 2027. Segundo o portal Léo Dias, notório fofoqueiro da internet, a apresentação única seria no estádio do Morumbi, sem data definida, para variar. A banda não toca por aqui desde 2017.
– Meses depois do encerramento das atividades, a Rádio Eldorado voltará ao ar com dinheiro de patrocinadores. O retorno será em outubro com o mesmo nome e número 107,9 mHz do dial paulistano, sob o patrocínio da seguradora Porto, que comprou os direitos de uso do nome. A emissora foi criada no fim dos anos 60pelo grupo Estado, que edita o jornal O Estado de S. Paulo, e chegou a agregar uma gravadora, a Eldorado, responsável por lançamentos importantes na música brasileira. Em princípio, a programação será a mesma da época em que a Eldorado fechou as portas.
– Dado como ultrapassado pela música digital há mais de duas décadas, o CD voltou a crescer com força nos Estados Unidos. Foram 17,5 milhões de unidades comercializadas no primeiro semestre de 2026, alta de 45,7% sobre o mesmo período do ano anterior, e a receita avançou ainda mais: 58,6%, para US$ 171,1 milhões, contra US$ 107,9 milhões no ano passado. O comportamento está relacionado, em parte, à transformação do CD em objeto de coleção — especialmente entre públicos mais jovens.