– O grupo inglês Iron Maiden começa a revelar detalhes do documentário sobre os 50 anos de existência da banda. O filme virá com o título “Iron Maiden: Burning Ambition” e chega aos cinemas em 7 de maio, com o início da venda de ingressos previsto para o dia 18 de março. Ainda não foi revelado se o longa-metragem terá exibição no Brasil. Criado em parceria com o Universal Pictures Content Group, o documentário é descrito como “uma jornada emocionante pelos 50 anos de história do Iron Maiden contada da perspectiva da banda e de alguns de seus seguidores mais devotados”. Além de superfãs de longa data, nomes como Javier Bardem, Lars Ulrich (Metallica) e Chuck D (Public Enemy) concederam depoimentos.
– A banda alemã de thrash metal Nuclear Warfare apresenta o videoclipe de “Nuclear War”, primeiro single e também música de abertura do novo álbum, “All Hail To The Liberator”, que chega ao mercado em 19 de março através da MDD Records.
Produzido por Maycon Avelino, da Starship Videos, o clipe aposta em cortes rápidos de câmera e uma estética com cores predominantes em vermelho, reforçando a atmosfera intensa da música. Segundo o baterista Alexandre “Xandão” Brito, o trabalho visual conseguiu traduzir com precisão a proposta estética da banda para esta nova fase. “Este primeiro single do álbum representa bem a vibe que o trabalho tem: um thrash metal visceral, com batidas rápidas, vocal gritado e um riff de guitarra que cola na mente logo na primeira escutada. Maycon Avelino conseguiu transmitir muito bem a estética que a banda queria mostrar, com cortes rápidos de câmera e um visual com cores puxadas para o vermelho”, detalhou. Confira o videoclipe de “Nuclear War” em https://youtu.be/jRF2SZVvTyQ
– O Avidious apresentou seu álbum de estreia, Death Knows My Name, um trabalho direto, intenso e profundamente autobiográfico capitaneado pelo multi-instrumentista Chia-Hung “Hank” Lin. Responsável por compor e gravar todas as partes de bateria, guitarras, baixo e teclados, Hank conduz um repertório que não se limita ao impacto sonoro: o disco usa a agressividade como linguagem para traduzir ansiedade, autossabotagem, overthinking e a pressão de existir em um mundo atravessado por ganância e realidades sociais duras. A produção, mixagem e masterização ficaram nas mãos de Adiar Daufembach.
Ouça o álbum
Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/album/14wN6cWouz7AvDl7KBfuYH?si=Nh5S71RTSuGlXEnQP4jNdg
Assista aos videoclipes
“Out Of Time” https://www.youtube.com/watch?v=1246iyqVFvM
“Rivers Of Greed” https://www.youtube.com/watch?v=nJUvwHTv51g
Mais do que uma sequência de faixas pesadas, Death Knows My Name funciona como um arco narrativo. O álbum alterna guerras íntimas com um olhar sem romantização para a brutalidade que pode definir a sociedade, equilibrando riffs cortantes e quebras esmagadoras com momentos de respiro melódico e tensão cinematográfica. O resultado é um registro que encontra catarse na colisão entre agressão e vulnerabilidade, sem diluir o impacto.