Lufeh, Paulo Miklos, Melton Sello…

 – A banda Lufeh apresenta o single “Double Dip”, uma das faixas mais particulares de “Overwhelmed”, segundo álbum de estúdio da banda, previsto para 29 de maio de 2026. Com uma construção marcada pela combinação entre rock progressivo, metal, fusion e elementos melódicos, a música evidencia a proposta do grupo de ampliar sua identidade sonora sem abrir mão da técnica, da emoção e de uma linguagem acessível ao público. A formação do grupo reúne participação da vocalista Ginny Luke (violinos), com os integrantes Lufeh (bateria), Duca Tambasco (baixo e backing vocals), Deio Tambasco (guitarra e backing vocals) e Gera Penna (teclados e backing  vocals). Assista ao vídeo de “Double Dip”https://www.youtube.com/watch?v=_vbw_09koSo
Ouça no Spotifyhttps://open.spotify.com/intl-pt/album/015zopszxQBM1IjKCKxIoD
Gravado no lendário Sunset Sound, em Los Angeles, estúdio que recebeu alguns dos maiores nomes da história da música, “Overwhelmed” representa um passo importante na trajetória da LUFEH. O álbum reúne oito composições e consolida uma formação experiente, formada por Lufeh Batera na bateria, Duca Tambasco no baixo e backing vocals, Deio Tambasco na guitarra e backing vocals, Gera Penna nos teclados e backing vocals, além de Ginny Luke nos vocais. A produção ficou a cargo de Gera Penna, com mixagem e masterização assinadas por Adair Daufembach. Em “Double Dip”, a banda aposta em uma arquitetura rítmica que alterna compassos 6/8 e 4/4, criando uma sensação de movimento constante e imprevisibilidade. A faixa também chama atenção logo na introdução pelo uso do Bulbul Tarang, instrumento de cordas pouco comum no rock progressivo, que acrescenta uma textura singular ao arranjo e reforça a busca9 da LUFEH por novas possibilidades sonoras.


– O novo álbum de Paulo Miklos é também um audiovisual. Além de reunir suas versões para clássicos da música brasileira como “Ninguém Vive Por Mim” (Sérgio Sampaio), “Não Existe Amor em SP” (Criolo) e “Quero Voltar pra Bahia” (Paulo Diniz/Odibar), o novo trabalho de Paulo Miklos, “Coisas da Vida”, chega também como álbum visual estruturado, com um clipe para cada música compondo o mesmo universo, costurado por sketches de estética surrealista e textos que orbitam temas como tempo, solidão, identidade e afeto.  Com direção criativa de Carol Barragana e dirigido por Jorge Daux, “O Sal da Terra” é o primeiro single lançado e também o primeiro videoclipe do álbum. A obra se apresenta como um chamado íntimo às próximas gerações, funcionando como um manifesto silencioso que orienta o que vem a seguir. O clipe propõe um olhar sobre o ser humano como parte da natureza, trazendo uma consciência que é ao mesmo tempo ecológica e existencial. Assim como nos demais visuais do álbum, a direção estética aposta em um vintage futurista, com texturas e tecidos que evocam os anos 70, combinando com o color block e o caráter surrealista dos acessórios, projetando a imagem para um território ao mesmo tempo nostálgico e contemporâneo. As imagens de arquivo reforçam essa construção ao diluir a noção de presente com registros de diferentes tempos, que evocam a ideia de permanência e transformação, sugerindo que a própria memória do mundo está em constante movimento. “A natureza surge como força contínua, anterior e maior que o homem” explica Jorge Daux. Em contraste, a cidade e a rua aparecem como uma engrenagem ativa, onde tudo segue seu fluxo: pessoas, trabalho e deslocamentos que compõem o ritmo do cotidiano.  Veja em https://youtu.be/lCYoFiDc-v0?si=JOtkl2vtqrCxcTAf

– Já está no ar o single “Para com Essa Parada”, da banda carioca de pop punk Melton Sello, que se prepara para lançar seu primeiro álbum, previsto para julho, pela gravadora Deck. Com o EP de estreia “Só Sei Que Foi Assim” (2023) – referência à fala icônica de Chicó, de “O Auto da Compadecida” -, a Melton Sello, cujo nome também homenageia o ator do personagem, consolidou seu espaço na cena independente brasileira. Agora, o quarteto avança para um novo momento da carreira.“Para com Essa Parada” foi a primeira música composta para o álbum e mantém uma conexão mais direta com a sonoridade anterior da banda. “O disco não se distancia do que a gente já faz – tem reggaezinho, talvez um country, uma mistura de influências. Mas essa faixa ainda carrega mais da nossa identidade, com um tempero a mais que já aponta o caminho do que vem por aí”, explica o vocalista Caio Paranaguá. A faixa nasce de um momento quase involuntário. “Sabe aquele pensamento que invade do nada? Você tá quase dormindo, encostado na janela do ônibus, fecha os olhos e PÁ!”, conta Caio. A música parte desse gatilho mental sem revelar exatamente qual é o pensamento. “Pode ser uma pessoa, uma ideia mirabolante ou até algo intrusivo – vai de cada um”, completa. Veja e escute em https://youtu.be/WZ_LG553rkQ?si=A6Og78UitmSDgn2p

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