Ozzfest, Rodox, Bury My Demons…

–  Ozzfest retornará em 2027. O perfil oficial do festival anunciou a novidade na última segunda-feira (17) e revelou que a próxima edição será realizada no Villa Park, em Birmingham, na Inglaterra — estádio que sediou o show de despedida do Black Sabbath e de Ozzy Osbourne no Back to the Beginning.  Não há uma data definida para a realização do evento. A edição mais recente do Ozzfest aconteceu em 2022 de forma virtual, como parte do Metaverse Music Festival. Participaram Ozzy Osbourne, Motörhead, Black Label Society, Skid Row e The Raven Age. A atração foi realizada no mundo virtual Decentraland, idealizado pela empresa Kraken.

– Em turnê desde o início do ano, o Rodox chega ao Nordeste neste final de semana. Depois da retomada da banda, no início do ano, eles fizeram vários shows no primeiro semestre, fizeram uma pequena pausa e retomaram agora.Em agosto já passaram pelo Sul e chegam em Natal no dia 21, depois vão para Fortaleza no dia 22 e para Salvador no dia 28. Depois fazem Sorocaba e Campinas, interior de São Paulo. “A coisa que a gente mais ama é estar no palco e a ideia é chegar em todos os cantos com esse novo show, que traz os sucessos do Rodox tocados com a alegria de quem voltou para estrada sedento, depois de mais de vinte anos de intervalo” – comenta o vocalista Rodolfo. Em setembro vão para várias cidade do Brasil e em outubro seguem para Europa com shows em Lisboa, Porto e Londres. Mais afiados do que nunca, Rodolfo Abrantes (voz), Pedro Nogueira (guitarra), Patrick Laplan (baixo) e Fernando Schaefer (bateria),  que ainda contam com a participação especial do guitarrista Victor Pradella, apresentam músicas de seus dois álbuns. “De Costas Para o Mar”, “Olhos Abertos” e “Foi Bom Esperar” são alguns dos hits que estão no repertório.

– Depois de dividir os palcos da ‘The Summer Slaughter Tour’ como banda de apoio ao Hatebreed, a norte-americana Bury My Demons inicia um novo capítulo de sua trajetória com o lançamento do lyric video de “Earthshaker”, single que antecipa uma fase ainda mais brutal e intensa da banda. A nova música amplia a identidade sonora do grupo, apostando em riffs mais pesados, atmosferas sombrias e uma abordagem lírica inspirada por mitologia, textos religiosos e reflexões sobre o comportamento da humanidade contemporânea. Segundo o vocalista Justin Schomig, a ideia da letra surgiu a partir da imagem de um mundo à deriva, sem rumo e incapaz de aprender com os próprios erros: “Eu senti que precisava conectar essa história à mitologia. Pensei em tempestades, na desesperança de estar perdido no mar sem qualquer controle sobre o próprio destino. Comecei a imaginar o que antigos deuses pensariam da humanidade atual.”

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