– Faixa do “Estação Liberdade” (Deck / 2025), sétimo álbum do Vanguart, “O Mais Sincero” ganha videoclipe como estreia do Curta Set, projeto que lança no Brasil um novo modelo de formação audiovisual. Criado e dirigido pela diretora executiva Michelè Neregato, o Curta Set foi pensado para romper a barreira do mercado audiovisual brasileiro de que para trabalhar em um set é preciso ter experiência de set. A proposta parte de uma inversão, ou seja, em vez de simular o mercado em sala de aula, o projeto coloca os participantes dentro de uma produção profissional em pleno funcionamento. A primeira edição do projeto, realizada em abril de 2026 em São Paulo, reuniu quinze participantes e teve como produto final o videoclipe de “O Mais Sincero”. A direção visual do clipe parte do universo do disco e aposta na estética da Super 8, formato que carrega memória afetiva e imprime às imagens uma textura de lembrança e de passagem do tempo. A película não ilustra a canção, mas integra a narrativa. A linguagem se apoia na Nouvelle Vague, com referência direta ao cinema de Jean-Luc Godard: espontaneidade na encenação, ocupação dos espaços urbanos e liberdade de câmera. O peso emocional se concentra nos gestos, sem recorrer à explicação. Veja em https://www.youtube.com/watch?v=tPkcC1tMb4I
– Quatro décadas depois de iniciar sua trajetória, o Taurus segue olhando para o futuro sem abandonar as características que construíram sua identidade no thrash metal brasileiro. A banda carioca celebra mais de 40 anos de história com a turnê “Taurus 1985”, enquanto prepara um novo álbum de inéditas que deverá ampliar a discussão sobre os problemas do mundo contemporâneo. Rudi Sgarbi (vocal), Cláudio Bezz (guitarra), Felipe Melo (baixo) e Sérgio Bezz (bateria) apresentam músicas de todas as fases da carreira na turnê, que agora conta com mais datas foram confirmadas em outubro: 10/10 em Vila Velha/ES, e 17/10 em Brasília/DF. Ao mesmo tempo em que revisita seu passado, o Taurus trabalha em um novo capítulo de sua história. O próximo álbum terá 11 faixas e será o sucessor de “V” (2020). A primeira amostra desse material veio com “Dark Ages”, single que conta com a participação especial de Prika Amaral (Nervosa). A escolha de “Dark Ages” como primeiro single não é casual. A música aborda guerras, intolerância e conflitos políticos e sociais, mas procura ir além de um retrato sombrio do presente. Segundo Cláudio Bezz, também aponta para a necessidade de seguir adiante e preservar uma perspectiva positiva sobre o futuro.
Shows – Serviço:
10/10 – Metal Devastation Fest 21
Atrações: Taurus + 6 bandas
Local: Área 22 – Av. Carlos Lindenberg, 5126, Planalto, Vila Velha/ES
Lote ingresso R$80 já disponível pelo Pix/telefone 27999214423
17/10 – QZO Festival / Quaresmada
Atrações: Oito bandas + DJ
Local: Núcleo Bandeirante (DF)
Entrada: doação de 1kg de alimento não perecível
Realização: Sefix | Apoio: Fundo de Apoio a Cultura (FAC) e Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF
-A banda paraense Rhegia, formada por Bianca Palheta (vocal), Saulo Caraveo (guitarra), Naoto Shibata (baixo), Amanda Alencar (vocal e violoncelo) e Michel Machado (bateria), lança “The Mirror of Light”, terceiro álbum e capítulo final de uma trilogia inspirada na cultura, mitologia e ancestralidade dos povos originários da Amazônia. “O novo álbum traz, em seu enredo, o desfecho de uma trilogia imersa na cultura dos povos ancestrais da Amazônia. É uma narrativa que atravessa o passado, o presente e agora vislumbra cenários futurísticos”, explica Saulo Caraveo. Gravado em Belém, o álbum teve produção, mixagem e masterização de Guilherme de Siervi. A concepção visual ficou a cargo de Romulo Dias, responsável pela capa, pelas artes e pelo encarte. Com nove faixas, “The Mirror of Light” apresenta uma visão distópica de um futuro no qual máquinas e inteligências artificiais assumem o controle da Amazônia. O repertório abre com o prelúdio “Voices of Time”, que estabelece a conexão entre passado, presente e futuro. Na faixa-título, que traz Amanda Alencar assumindo definitivamente os vocais guturais, a banda aborda a ruptura entre o mundo artificial e a ancestralidade, assim como o afastamento entre humanidade e natureza. “Amazon’IAs” imagina uma Amazônia dominada pela inteligência artificial, enquanto “Artificial Lights” retrata a floresta substituída por uma versão artificial pela ganância dos exploradores. “Black Earth” apresenta uma Amazônia ancestral construída a partir de matéria orgânica, e “Other Voices”, que traz os vocais agressivos de Amanda Alencar, representa o confronto entre entidades amazônicas e invasores de terras sagradas. Confira o videoclipe de “Artificial Lights”, produzido e editado por Rodolfo Barros e Saulo Caraveo, em https://youtu.be/sjbFZrOujgo