Black Swan, Big Big Train, Khemmis…

– A banda de hard rock Black Swan está lançando no Brasil seu novo álbum, “Paralyzed”, e pela Shinigami Records e é – ormado por Robin McAuley (McAuley Schenker Group), Reb Beach (Winger, Whitesnake), Jeff Pilson (Foreigner, The End Machine, ex-Dokken) e Matt Starr (Ace Frehley, Mr. Big) – está empolgado em apresentar o seu novo álbum de estúdio intitulado “Paralyzed”. McAuley expressou seu entusiasmo pelo novo trabalho, dizendo: “Mal posso esperar para que vocês ouçam nosso novo disco. Sentimos que levamos nossa composição a outro nível desta vez, com riffs de guitarra incríveis que mais uma vez mostram o brilho do Reb Beach. Um baixo pulsante, como se espera do Jeff, e Matt Starr deixando claro de onde vem o trovão. Melodias elevadas com letras fortes são o que fazemos de melhor; combine isso com pura intensidade e temos um disco que acreditamos que vocês, fãs, vão adorar.” “Black Swan é rock old school dos anos 80, totalmente baseado em bons riffs de guitarra com vocais poderosos. Ninguém é melhor do que Robin para cantar esse tipo de música. Acho que a combinação dos meus riffs com os vocais dele é o que faz a banda se destacar”, acrescentou Reb Beach

´Outro bom lançamento da Shinigami é o mais recente trabalho da banda de rock progressivo inglesa Big Big Train, A banda britânica de rock progressivo BIG BIG TRAIN apresenta seu 16º álbum de estúdio, “Woodcut”, uma obra marcante que representa o primeiro projeto totalmente conceitual de sua carreira. Construído como uma narrativa contínua, o álbum mergulha em temas como criatividade, sacrifício e a delicada fronteira entre inspiração e loucura, reafirmando a capacidade que o grupo sempre teve de unir ambição artística e profundidade emocional em sua música. “Woodcut conta a história de um personagem que chamamos de O Artista, que está lutando com a sua criatividade e com a vida. Um dia, ele consegue criar uma xilogravura que considera bela e diferente. Talvez seja um sonho ou talvez seja a vida real, mas ele se vê entrando na cena da xilogravura e em um mundo alternativo”, comenta Gregory Spawton. Com 16 faixas ao longo de 66 minutos de duração, “Woodcut” soa épico sem se prolongar demais. Da intimidade de Inkwell Black à grandiosidade de Counting Stars, “Woodcut” é uma declaração analógica desafiadora em uma era digital ? uma exploração artesanal e profundamente humana sobre arte, fé e resistência. “Woodcut” reúne contribuições impressionantes dos sete integrantes da banda, com o vocalista Alberto Bravin assumindo a liderança como produtor: “Desta vez é quase como uma nova declaração para a banda. Woodcut é um grande passo adiante para nós”. Com mais de 400 faixas individuais gravadas para editar, organizar e montar, além da conexão entre a história do álbum e suas seções instrumentais temáticas, esta foi uma tarefa de proporções gigantescas. “Senti um enorme alívio quando Alberto assumiu como produtor”, diz Spawton, o último membro fundador original da banda. “Embora este seja apenas o segundo álbum de estúdio de Alberto com o BBT, ele conhece muito bem as tradições da banda e também trouxe sua própria energia para a música.” “Woodcut” soa como um disco do BIG BIG TRAIN diferente de tudo o que veio antes ? uma união segura de música, narrativa e invenção visual.

-O grupo Khemis está de volta! A colossal banda de heavy metal de Denver retorna com seu aguardadíssimo quinto álbum, que será lançado em 12 de junho pela Nuclear Blast Records. O disco homônimo — sucessor do aclamado Deceiver (2021) — apresenta o grupo em sua forma mais pura: verdadeiros discípulos do riff. Com arte de capa assinada por Christopher Remmers e oito faixas de um metal monolítico e visceral, Khemmis é uma celebração da música pesada, unida pela camaradagem e pela paixão renovada durante as gravações. Sobre o novo trabalho, o guitarrista e vocalista Ben Hutcherson comenta: “Decidimos cedo no processo de composição que queríamos um álbum direto e de alta energia, que mantivesse a essência do som do Khemmis, mas que também incorporasse a alegria de criar e amar o heavy metal. Nossas músicas sempre foram profundamente pessoais, nascidas de tragédias; embora as faixas deste disco ainda sejam inegavelmente sombrias — não creio que sejamos capazes de escrever música ‘feliz’ —, elas não foram extraídas do nosso sofrimento. Em vez disso, este álbum celebra o mundo da música que nos sustenta e nos deu um senso de comunidade e propósito. De muitas formas, nos reconectamos com a empolgação dos nossos primeiros dias: o desejo genuíno de tocar música alta e pesada.”

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