Camisa de Vênus, Pulsar, Evergrey…

– Neste domingo, o Camisa de Vênus sobe ao palco do Carioca Clube (Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros, São Paulo) para um show que vai além da nostalgia: um encontro potente entre passado e futuro do rock nacional. Formado no início dos anos 1980, em Salvador, o Camisa de Vênus se consolidou como um dos nomes mais provocativos e autênticos do rock brasileiro. Liderada por Marcelo Nova, a banda ganhou notoriedade com letras ácidas, críticas sociais afiadas e uma atitude irreverente — elementos que ajudaram a moldar a identidade do gênero no país. Ao longo da carreira, o grupo emplacou clássicos que atravessaram gerações, como “Eu Não Matei Joana D’Arc”, “Bete Morreu”, “O Adventista” e “Simca Chambord”, mantendo um repertório que segue atual e relevante nos palcos. Dividindo a noite com os veteranos, a Violett surge como um dos nomes mais promissores da nova geração. Com atitude, presença de palco e uma sonoridade que equilibra peso e melodia, o grupo vem conquistando espaço e ampliando sua base de fãs de forma consistente. O resultado é um line-up que não apenas celebra a história, mas reforça que o rock segue vivo, pulsante e em constante renovação — com as mulheres cada vez mais em destaque. Ingressos:
https://www.clubedoingresso.com/evento/camisadevenusemsp

– A banda Pulsar começou a ganhar forma em 2020, quando ideias autorais passaram a insistir com força durante um período de recolhimento involuntário. Algumas composições nasceram ali e, embora nem todas tenham integrado o repertório atual, serviram de alicerce para o que viria a ser o DNA da banda. A pedra fundamental foi lançada em setembro de 2023, em Jandira (SP), quando Léo Axekiller convidou Fagner Jaques para trocar riffs e alinhar os primeiros conceitos. A química imediata transformou a intenção em consistência. Após movimentos iniciais, a formação encontrou seu eixo definitivo com a chegada do baterista Leandro Uther, vindo de São Paulo. Com Uther, as composições ganharam a precisão, a firmeza e a densidade necessárias para o registro oficial. As gravações de Ripping Light ocorreram entre setembro de 2025 e março de 2026. A produção ficou a cargo de Rodrigo Toledo, produtor ligado ao circuito underground, cuja condução preservou a intenção central do trabalho: capturar a identidade da banda sem polimento excessivo, mantendo a aspereza necessária ao gênero. O EP reúne cinco faixas, incluindo uma instrumental concebida como interlúdio para trabalhos vindouros. Em seu núcleo, o disco sustenta um princípio pouco negociável: fazer heavy metal por convicção, sem reverência a modismos ou fórmulas transitórias.
Ouça agora “Night Watch”: https://open.spotify.com/intl-pt/album/78P7J2u2dxAixevFcehtnC

– A banda sueca Evergrey anunciou a efetivação de Stephen Platt (Scar Symmetry) como seu novo guitarrista. Ele já acompanhava o grupo nas turnês como músico convidado desde 2025 e assume o posto definitivamente após a saída de Henrik Danhage, que deixou o grupo após duas décadas de trabalho juntos. “Fizemos muitos shows com o Stephen Platt. Além de ser um guitarrista brilhante, ele é um ser humano incrivelmente adorável. Não poderíamos estar mais contentes em tê-lo conosco”, comentou a banda em nota oficial. O novo guitarrista celebrou a efetivação, destacando ser fã do grupo há muito tempo e sente-se honrado pelo convite dos novos colegas de banda. O Evgergrey é um dos dos principais nomes progressivo europeu deste século.

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