Final Disaster, Tygers of Pan Tang, Danni Guerra…

Final Disaster (Foto: divulgação)

– O Final Disaster passou por uma situação inesperada com as plataformas digitais, que aparentemente não aprovaram o título de seu novo single, “K1ll Again”. O que para os fãs de metal soa absolutamente comum dentro da estética do gênero, não foi bem recebido por Spotify e outras plataformas de streaming, que bloquearam o lançamento da faixa. A música estava programada para chegar ao público no dia 13/02 — uma sexta-feira 13, data já tradicional no universo da banda. No entanto, o grupo foi surpreendido pela suposta “censura”, que impediu a estreia oficial nas plataformas digitais. Sem entender exatamente o que estava acontecendo, o vocalista Kito Vallim se manifestou por meio de um vídeo no Instagram oficial da banda, relatando o ocorrido aos fãs.
Assista:

https://www.instagram.com/p/DUtvQVMEhl-

Felizmente, o Final Disaster conseguiu disponibilizar a música no YouTube, garantindo que o público tivesse acesso ao novo trabalho. Confira “K1ll Again”:

https://www.youtube.com/watch?v=qvBGx0XtvJo. “K1ll Again” já havia sido apresentada em première no programa Pegadas de Andreas Kisser, da 89FM, uma semana antes da data prevista para o lançamento — e antes do bloqueio nas plataformas.

– O Tygers Of Pan Tang, um dos pioneiros da New Wave Of British Heavy Metal e que atualmente conta com Jacopo “Jack” Meille (vocal), Robb Weir e John Foottit (guitarras), Huw Holding (baixo) e Craig Ellis (bateria), fará um segundo show no La Iglesia (SP) após ter os ingressos esgotados do show do dia 30 de maio. O show extra acabou sendo agendado para o dia anterior, 29 de maio (sexta-feira), marcando a primeira data da turnê “South America Roar 2026”. Na ocasião, as bandas convidadas serão Comando Nuclear e Azul Limão, celebrando os 40 anos do álbum “Vingança”.
Formado em 1978 na cidade de Whitley Bay, localizada na costa do Mar do Norte em Tyne and Wear, na Inglaterra, o Tygers Of Pan Tang, um dos pioneiros da New Wave Of British Heavy Metal, vem lançando discos com frequência. E muitos dos recentes tão aclamados quanto os do passado glorioso do debut “Wild Cat” (1980), “Spellbound” (1981) e “Crazy Nights” (1982). Na fase com Jacopo Meille, que estreou com “Animal Instinct” (2008) e seguiu com “Ambush” (2012), “Tygers of Pan Tang” (2016), “Ritual” (2019) e “Bloodlines” (2023), os tigres continuam rugindo e mantendo vivo o legado da NWOBHM, preservando a autenticidade do hard’n’heavy encorpado que tornou a banda uma lenda do gênero. Ao longo dos anos, a formação passou por diversas mudanças. Porém, o guitarrista Robb Weir, único membro original atualmente, tem feito escolhas acertadas ao reunir um talentoso time ao seu lado. Pela banda passaram músicos de renome, como os vocalistas Jess Cox e Jonathan Deverill e o saudoso guitarrista John Sykes, que ficou mundialmente famoso depois com Thin Lizzy, Whitesnake e Blue Murder.

Serviço – show extra em São Paulo:

Data: 29 de maio (sexta-feira)
Horário: a partir das 19h
Local: La Iglesia
Endereço: Rua João Moura, 515, Galpão 6, em Pinheiros – São Paulo/SP
Bandas convidadas: Comando Nuclear e Azul Limão, celebrando os 40 anos do álbum Vingança.
Ingressos podem ser adquiridos fisicamente na loja 255 da Galeria do Rock ou online pela 101 Tickets (https://101tickets.com.br/events/details/Tygers-of-Pan-Tang-Show-Extra-em-Sao-Paulo).

Datas da ‘South America Roar 2026’:
29/05 – São Paulo, BRA – La Iglesia (show extra)
30/05 – São Paulo, BRA – La Iglesia (sold out)
31/05 – Limeira, BRA – Mirage
01/06 – Assunção, PAR – Die Mannschaft Bar
02/06 – Buenos Aires, ARG – Uniclub
04/06 – Santiago, CHI – RBX
05/06 – Lima, PER – Lá Residencia Club
06/06 – Quito, EQU – Orion Club
07/06 – Bogotá, COL – Aces of Spades


– “Cristotopia”é o álbum de estreia de Danni Guerra e se apresenta como uma obra conceitual que articula música, pensamento e experiência. Mais do que um conjunto de canções, o disco propõe um território de escuta pulsante onde som, corpo e ideia se encontram em movimento, convidando o ouvinte a perceber o espaço, o tempo e o sentido da vida contemporânea. Com doze faixas, o álbum se inscreve no campo do pop autoral brasileiro, fortemente influenciado pela Black Music, tendo soul, funk e R&B como matrizes centrais. O repertório transita entre grooves dançantes, baladas disco, baladas pop rock e faixas de atmosfera introspectiva, formando um corpo coeso em que sonoridade, letra e conceito caminham juntos. A guitarra e o talk box ocupam papel central na identidade sônica do disco, conduzindo o groove, tessituras e climas que oscilam entre o festivo e o reflexivo. Esses elementos estruturam a unidade estética do álbum, criando continuidade entre as faixas e reforçando seu caráter orgânico e conceitual. Os temas emergem da experiência humana concreta e abordam questões como o tempo, a super digitalização da vida pós-moderna, o extraordinário no cotidiano, a felicidade, a eternidade, o amor e o coração. Essas reflexões não se apresentam de forma discursiva ou didática, mas se manifestam por meio de símbolos, melodias, atmosferas e pulsos rítmicos, permitindo que o pensamento aconteça como experiência sensível.

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