Manger Cadavre?, Naimaculada, In Gonçalves…

Manfer Cadavre? (Foto: divulgação)

– Entre as ruínas da antiga Tecelagem Parayba, em São José dos Campos (SP), a Manger Cadavre? encontrou o cenário para o videoclipe de “Obsolescência Programada”, faixa do álbum “Como Nascem os Monstros”. Com imagens captadas por handycams antigas e uma estética deliberadamente inspirada na linguagem audiovisual dos anos 1990, o vídeo transforma o espaço abandonado da antiga fábrica em uma extensão visual dos temas abordados pela música. Assista aqui: https://youtu.be/9e-SMZF-Wfg?si=hXwbW1rsJ-GK5ww7. Produzido por Gustavo Rodrigues, o clipe é dividido em duas etapas. Na primeira, um explorador percorre as ruínas da Tecelagem Parayba, em uma espécie de investigação sobre o processo que levou um dos maiores complexos industriais de São José dos Campos à obsolescência. A escolha do local estabelece uma relação direta com a própria temática da música: estruturas que um dia foram símbolo de produção e trabalho agora permanecem como vestígios de um modelo econômico ultrapassado.

–  A banda Naimaculada , banda que se autodefine como projeto antropofágico e constrói uma identidade sonora própria, anuncia seu novo EP, “ACROMATOPSIA”, para a próxima segunda-feira, dia 14 de setembro.  Depois de “A Cor Mais Próxima do Cinza” (Deck / 2025), primeiro disco da banda, inspirado pela experiência urbana, o novo EP mira para dentro, para como as pessoas enxergam e lidam com a sociedade, os objetos, o tempo e as relações que compartilham. A acromatopsia é um distúrbio visual raro e não progressivo que impede a pessoa de perceber cores, fazendo com que ela enxergue o mundo apenas em tons de preto, branco e cinza. “O primeiro intuito do título era inspirado por a gente andando por São Paulo e ver tudo preto e branco, é tudo diferente, mas seguindo um padrão”, explica o vocalista Ricardo Paes. O novo EP é pautado por colaborações entre gerações e continentes. Em 4 faixas, “ACROMATOPSIA” passeia por diferentes retratos do cotidiano: “Pecado Tem Medo”, com BNegão e Thalin (do projeto “Maria Esmeralda”), explora a contemporaneidade de um artista lidando com a rotina; “Shangrilá”, com a rapper Nabru, é inspirada pelos dissabores da vida artística; “Terminal Bandeira”, com Kiko Dinucci na guitarra, aborda a conformidade distópica do dia a dia; e “O Que É Que Será”, em parceria com Sol (banda Ímola), é sobre a paralisia dos movimentos coletivos. Além de reunir nomes importantes da cena contemporânea e do rap, parte do disco foi gravada em Shijiazhuang, na China, com músicos locais tocando instrumentos da cultura chinesa. – O vocalista, professor de canto, pianista e compositor brasileiro Ian Gonçalves inicia uma nova fase de sua carreira com a assinatura de um contrato de cinco anos com a Combat Records. O acordo contempla o desenvolvimento da Nevra, seu novo projeto autoral de Metal moderno, que combina peso, atmosferas e elementos contemporâneos, tendo Bad Omens e Bring Me The Horizon entre suas principais referências. Com a Nevra, Ian direciona sua experiência como intérprete e compositor para um trabalho essencialmente autoral. A proposta é explorar diferentes possibilidades dentro do Metal contemporâneo, unindo sua formação musical a uma abordagem voltada para a atualidade do gênero. O primeiro lançamento do projeto já está em produção. O EP de estreia deverá reunir cinco ou seis faixas e será lançado pela Combat Records. As sessões acontecem atualmente no renomado YB Music, em São Paulo (SP), onde Ian

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