– Uma versão para o clássico absoluto “Como uma Onda (Zen-Surfismo)” é o cartão de visitas para o novo projeto do músico, cantor e compositor Rodrigo Santos. Ele vai comemorar seus 40 anos de carreira homenageando os 60 anos de música do mestre Nelson Motta no álbum duplo “Rodrigo canta Nelson”, que será lançado em setembro. Antes disso, hoje chega às plataformas digitais o primeiro single com a participação especialíssima de Paula Toller. Gravada pela primeira vez em 1983, “Como uma Onda” é uma das inúmeras parcerias entre Nelson e Lulu Santos. A letra é inspirada no zen-budismo e, segundo Nelson, a levada é um bolero havaiano pop. “Sempre quis cantar uma música com a Paula”, conta Rodrigo “e ‘Como uma Onda’ foi escolhida a dedo para ela. Foi muito emocionante para mim e uma honra”. Paula também gostou da experiência. “Nelson Motta é uma figura que iluminou a nossa música várias gerações. Ele tem uma coisa de valorizar o que é legal, o que é interessante, o que é novo”, comentou. “Esta música é um hino, está dentro da gente né? Eu adorei cantá-la, um privilégio para mim.”
– Um dos grandes nomes da cena do rock alternativo brasileiro, a Supercombo lança hoje o short film que reúne os clipes de “Deixa a Maré Te Levar” e “Como Se Fosse Ontem”, faixas de destaque da Parte 2 do álbum “Caranguejo” (Deck). Após apresentar a primeira parte em 2025, a banda lançou em abril de 2026 a segunda metade do projeto, com oito faixas inéditas que fecharam o arco criativo do disco.”Deixa a Maré Te Levar” traz um riff de guitarra marcante que conduz a uma energia mais intensa. Já “Como Se Fosse Ontem” trabalha a nostalgia a partir de referências da adolescência da própria geração da banda, como locadoras, lan houses e noites diante de uma tela, sem tratar o passado como refúgio permanente. Assinados porJorge Daux, o short film nasceu da vontade de unir as duas gravações em uma só história. Para “Deixa a Maré Te Levar”, a escolha de um estádio de baseball casava com a ideia de um clipe mais direto, com os quatro integrantes tocando juntos. Já “Como Se Fosse Ontem” ganhou um roteiro mais elaborado, com cada integrante em um ambiente diferente, todos entrando pela mesma porta e enfrentando um desafio para conseguir sair. O encontro das duas histórias acontece no desfecho, quando Leo Ramos (voz e guitarra), Carol Navarro (baixo e voz), Paulo Vaz (teclados) e André Dea (bateria) saem de seus ambientes e se reencontram na cena de “Deixa a Maré Te Levar”, unindo as duas narrativas em uma só jornada. “É como se o ‘nós’ de ‘Como Se Fosse Ontem’ estivesse se enxergando no outro clipe”, conta a baixista Carol Navarro. Os clipes já estão disponíveis no YouTube. Veja em https://www.youtube.com/watch?si=PrcNuAR0jy2XcmIo&v=4siDLCF42HY&feature=youtu.be
– A banda paraense Rhegia, formada por Bianca Palheta (vocal), Saulo Caraveo (guitarra), Naoto Shibata (baixo), Amanda Alencar (vocal e violoncelo) e Michel Machado (bateria), lança “The Mirror of Light”, terceiro álbum e capítulo final de uma trilogia inspirada na cultura, mitologia e ancestralidade dos povos originários da Amazônia. “O novo álbum traz, em seu enredo, o desfecho de uma trilogia imersa na cultura dos povos ancestrais da Amazônia. É uma narrativa que atravessa o passado, o presente e agora vislumbra cenários futurísticos”, explica Saulo Caraveo. Gravado em Belém, o álbum teve produção, mixagem e masterização de Guilherme de Siervi. A concepção visual ficou a cargo de Romulo Dias, responsável pela capa, pelas artes e pelo encarte. Com nove faixas, “The Mirror of Light” apresenta uma visão distópica de um futuro no qual máquinas e inteligências artificiais assumem o controle da Amazônia. O repertório abre com o prelúdio “Voices of Time”, que estabelece a conexão entre passado, presente e futuro. Na faixa-título, que traz Amanda Alencar assumindo definitivamente os vocais guturais, a banda aborda a ruptura entre o mundo artificial e a ancestralidade, assim como o afastamento entre humanidade e natureza. “Amazon’IAs” imagina uma Amazônia dominada pela inteligência artificial, enquanto “Artificial Lights” retrata a floresta substituída por uma versão artificial pela ganância dos exploradores. “Black Earth” apresenta uma Amazônia ancestral construída a partir de matéria orgânica, e “Other Voices”, que traz os vocais agressivos de Amand Alencar, representa o confronto entre entidades amazônicas e inv- asores de terras s