Santa Harpia, Kassel, Alberto Rigoni…

IMAGEM? SESC RJ/REPRODUÇÃO/DIVULGAÇÃO

 “Harpia’s Blessing” é o álbum de estreia da banda brasileira Santa Harpia. Fundindo a crueza do metal com a atmosfera melancólica do doom, o disco se apresenta como um compêndio de histórias intensas sobre sobrevivência, loucura, guerra e luto. Da mente fragmentada de um assassino ao sacrifício sangrento de um pai desesperado, das ruínas de conflitos apocalípticos ao terror primitivo de uma caçada implacável, cada faixa funciona como um verdadeiro teste de sanidade. Formada em 2021, em São Bernardo do Campo/SP, a Santa Harpia transita entre heavy, doom e thrash metal, apostando em composições autorais que equilibram peso, melodia e atmosferas sombrias. Embora busque construir uma identidade própria, a banda carrega influências claras de nomes fundamentais do gênero, como Black Sabbath e Metallica. Ouça no Spotify:https://open.spotify.com/album/1DpXXksMLwgWzAqo8XuLbe?si=It2KOdkORUOvI_m05LVwcQ  ; Ou no YouTube:https://youtube.com/playlist?list=OLAK5uy_ma7khL5aD3xT9Q1fNjW3M23lO_ELI_pdk&si=sap3bh9LNny_nJCP;  Assista a banda tocando a música “Per Vicenza” ao vivo: https://www.youtube.com/watch?v=9Jef8-EpT_k. A formação da Santa Harpia traz Gusttavo Horvat (vocais), Bruno Kajpust (guitarra), Leonardo Lanza Battistioli (guitarra), Maria Lanza Battistioli (baixo) e Pedro Marcolongo (bateria).

– Três anos após o álbum de estreia “This Is About Leaving”, a Kassel inicia uma nova fase na carreira. Antes um dueto, a banda agora ressurge como quarteto, e as letras, antes em inglês, passam a ser inteiramente em português. O primeiro lançamento desse novo momento foi “Brilho da Manhã”, single divulgado no dia 30 de janeiro, produzido pelo músico e produtor saudade e lançado pelo Último Selo, com distribuição da Virgin Music. A faixa agora ganha um videoclipe oficial dirigido por Cassiano Geraldo. O vídeo aposta na performance da banda e apresenta a nova formação do quarteto, que, além de Renan Rocha e Rodrigo Soares, passa a contar com Igor Pinto no baixo e Pedro Arita na bateria. “Todos os nossos videoclipes até aqui contavam histórias. Eram curta-metragens, com início, meio e fim. Foi assim com “Fear” e com “Headache”, por exemplo, em que fizemos histórias elaboradas, que tiveram resultados incríveis e dos quais nos orgulhamos muito. 

– O baixista e produtor italiano Alberto Rigoni (Itália) se une a dois nomes históricos do instrumento, Michael Manring (EUA) e Stuart Hamm (EUA), para revelar os singles “Genesis” e “Born from Ashes”, faixas que funcionam como vitrine e manifesto do universo sonoro de Dystopia. Mais do que um encontro de estrelas, o lançamento apresenta um álbum construído como narrativa, com arranjos que alternam tensão e contemplação, peso e delicadeza, sempre com o baixo no centro da experiência.
Ouça no Spotify: “Born from Ashes” – https://open.spotify.com/intl-it/track/5i0ysdwCTBfU5ZSvEv5mC8?si=884ce3b3878a4eeb; “Genesis” – https://open.spotify.com/intl-it/track/1LtrgfGBnkklQxSt4VD7Tf?si=225acf2350bd45f5. Alberto Rigoni fala sobre este novo trabalho: “Dystopia é um grande passo à frente na minha carreira. Tenho a honra de ter podido colaborar com músicos tão talentosos e criativos. Na minha opinião, o resultado é fantástico e único. Vida longa ao prog!”
Em “Genesis”, o trio aposta numa abertura com senso de movimento e progressão. A faixa sugere ponto de partida e expansão, como se o disco fosse se formando aos poucos diante do ouvinte. As linhas de baixo se complementam em camadas, explorando timbre, espaço e dinâmica, enquanto a condução rítmica sustenta a sensação de descoberta. É um cartão de visitas que posiciona Dystopia como uma obra que vai além do virtuosismo e busca linguagem própria, com construção temática e clima cinematográfico.

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