– O Stress acaba de relançar uma nova versão remasterizada de “Brasil Heavy Metal”, música composta pela banda especialmente para o documentário de mesmo nome. O destaque desta edição está no fato de que a remasterização corresponde à versão gravada somente pelo Stress, sem a participação dos demais vocalistas presentes na versão especial lançada para o filme. A música ganha nova atenção com a recente disponibilização de Brasil Heavy Metal gratuitamente no YouTube. Dirigido por Ricardo “Micka” Michaelis, o documentário reúne depoimentos de nomes importantes da cena e resgata histórias dos primeiros anos do Heavy Metal brasileiro. Entre os protagonistas está justamente o Stress, que relembra a trajetória iniciada em Belém do Pará e as dificuldades de fazer Heavy Metal longe dos principais centros do país. A banda também conta no filme episódios relacionados à viagem ao Rio de Janeiro para gravar seu primeiro álbum, em uma época em que equipamentos, informação e estrutura profissional eram bastante limitados.
– O Chuengue Project lançou nesta quinta-feira (17) “Névoa-Nada Live
Session”, EP ao vivo com quatro faixas que revisita o primeiro
trabalho do grupo e, ao mesmo tempo, aponta para seu próximo capítulo.
Gravado ao vivo na Urca, no Rio de Janeiro, o lançamento independente
reúne três músicas do EP de estreia, “Névoa-Nada” (2025), e a
inédita “Clara e Eu”, que fará parte do próximo álbum de
estúdio da banda, “Carta Ambiente”, previsto para o início de 2027. Para o vocalista e guitarrista Samuel Chuengue, o novo EP funciona como
uma espécie de ponte entre esses dois momentos. _“Mais do que
registrar um show, a Live Session documenta a transição entre dois
momentos criativos do Chuengue Project: revisita o universo de
Névoa/Nada enquanto apresenta, pela primeira vez, os caminhos que
serão explorados em Carta Ambiente.”
– O cantor e compositor Alex Metzzher está finalizando “For All”, seu novo disco, com lançamento programado para novembro de 2026. O trabalho reúne diferentes abordagens de gravação e marca uma nova fase na produção musical do artista. O álbum foi composto por 11 ou 12 faixas, sendo 9 ou 10 registradas de maneira mais livre e direta, com a participação do músico Sérgio Spazziani,com uma sonoridade orgânica e sem excessos de produção, além de duas faixas produzidas integralmente em estúdio. A proposta permite que o disco transite entre registros mais crus e momentos que recebem um trabalho mais detalhado de produção, arranjos