Uma reconexão necessária e revigorante mente e espírito em tempos tumultuados. E a promessa é de que no novo ano será um transbordo de energia e criatividade para a banda brasileira de heavy metal Dorsal Atlântica, que encerrou as gravações de “Misere Nobilis”, próximo álbum previsto para abril de 2026.
Em momento especial na vid artística e especial, o cantor, guitarrista e principal compositor da banda, Carlos Lopes, acredita que o novo trabalho conterá energias diferentes por conta do impacto que o seu retorno teve ems eu cotidiano.
Morando em Brasília há cinco anos, foi a primeira ve que voltou à terra natal no período ee a primeira vez que pisou no Rio desde a morte do irmão, Claudio, cofundador e ex-baixista da Dorsal Atlântica.
Gravar um álbum da banda sempre evoca energias posityivas, anda mais depois dos grandes trabalhos Canudo” e “Pandemi”, os mais recentes e muito bem recebidos. “Sempre deu certo, e agora também, adoramos gravar esse álbum, tudo funcionou bem no Overoud Studios.”
A questão é que Lopes passou por algumas crises existenciais e anda repensando muits coisas na vida. E, nos 18 dias que passou no Rio de Janeiro natal gravando “misere Nobilis”, buscou se reconectar com a cidade, para o bem e para o mal, Registrou em vídeo o impacto da volta teve em seu cotidiano.
“Fazia muito tempo que eu estava fora e precisava de um banho de mar. Enfim, era o meu Rio”, disse o músico em conversa com o Combate Rock. “Entretanto, fiquei muito impressionado com a grande quantidade de moradores de rua em todas as partes da cidade. A nossa dívida social é imensa, uma mistura de insensibilidade e perversidade.”
Em momento de reflexão, reconexão e de repensar muita coisa na vida e na carreira. Carlos Lopes segue coordenando o lançamento de fr “Misere Nobilis” e do mis um volumoso livro de quadrinhos, com previsão de lançamento para abril.
Além de músico, é artista gráfico, jornalista, escritor e professor e está aproveitando para divulgar nas redes sociais um livro editado pela Natesha em em que 24 autores convidados escrevem contos baseados em canções da banda Dorsal Atlântica.
Veja abaixo o minidocumentário de sua chefada ao Rio em dezembro passado: