É um movimento espontâneo e silencioso, mas forte o suficiente para ensurdecer fascistas e autoritários
que vibram com a atuação do ICE-Gestapo e da Guarda Nacional-SS dos Estados Unidos que estão cometendo crimes nos Estados Unidos, principalmente contra imigrantes, legais ou ilegais.
Americanos que são contra as arbitrárias ações da polícia fascista de imigração estão sendo assassinados de forma deliberada. Já são dois casos na cidade de Minneapolis neste ano durante a “caçada a latinos e africanos na cidade.
Estão proliferando rapidamente nas manifestações por todo os estados nos Estados Unidos cartazes com a frase “Essa Não É a América que Queremos”, tal qual a canção icônica de David Bowie (1947-2916), o grande cantor inglês rebelde e desafiador.
No local onde o enfermeiro foi morto na semana passada, e que virou local de homenagens e protesto, pelos menos quatro cartazes foram vistos – assim como em mãos de crianças por todo o país em protestos variados, ampliando a pressão contra a guinada autoritária de inspiração fascista do governo fdo nefasto presidente Donald Trump.
O ICE é a polícia de imigração americana crida em 2001 depois dos tentados em Nova York que derrubaram as torres gêmeas. Está sendo comparada à Gestapo, a polícia política nazista, nojenta e asquerosa. Já a Guarda Nacional começa a ter analogias feitas às SS, as tropas de elite nazistas que protegiam o ditador alemão Adolf Hitler.
O movimento “Essa Não É a América que Queremos” tem um potencial imenso para fazer estragos no mundo podre de Trump e se contrapor de forma incisiva ao vergonhoso Maga (Mad America Greats Again, ou faça a a América Grande de Novo).
Um mundo novo e assustador
Em 2008, a banda americana de metal progressivo Queensryche lançou o álbum “American Soldier”, parcialmente conceitual com algumas músicas inspirados na dura realidade de soldados em missão no Iraque e Afeganistão, então ocupados por tropas invasoras dos Estados Unidos.
Geoff Tate , então vocalista da banda, disse à época que não se tratava de um ensosso à ação das tropas (não convenceu) e ciou a canção “Home Agaian”, na qual fazia um dueto com a filha de 12 anos, Emily, em tema que fala da emoção do reencontro de pais e filho depois da guerra.
A canção foi tomada por grupos pacifistas como um libelo antiguerra por simbolizar uma humanização das pessoas depois de um período de guerra; Patriotas, por sua vez, quiseram que a música fosse tratada como uma poderosa mensagem de patriotismo simbolizando o sacrifício de soldados por manter a “segurança dos Estados Unidos”.
Dezessete anos depois, governado por fascistas belicistas e autoritários, os Estados Unidos se transformaram em uma nação agressora, como a Rússia, e atacaram a Venezuela sob alegações falsas para tomar o petróleo do país, além de sequestrar o presidente Nicolás Maduro e sua mulher. São ações criminosas de um presidente criminoso, Donald Trump, um escroque e vigarista da mesma estirpe do execrável russo Vladimir Putin.
Muita gente está associando os dez anos da morte do cantor inglês David Boie com a lamentável e criminosa ação na Venezuela. O motivo é um hit dos anos 80 que parecia premonitório mais de 40 anos depois.
“This Is Not America” traia Bowie incrédulo com um mundo em tensão constante governado por outro fascista, Ronaldo Reagan, um ex-ator bem, fraquinho que se elegeu governador d Califórnia pregando o ódio, o medo e o preconceito.
Para boa parte do mundo civilizado, os Estados Unidos de hoje não são a América verdadeira que conheceram, por mis que o imperialismo e a agressividade belicosa sempre estivessem latente, ainda que mascarados de combate pela liberdade e pela democracia.
A letra da música de Bowie é cifrada e dúbia, abusando de metáforas, mas é uma alegoria bem atual como ocorreu nos anos 80. Essa não é a América e jamais será. O mundo e a civilização correm perigo com a existência de gemente execrável como Trump.