Canção de protesto de Bruce Springsteen demole a nojenta política de imigração de Trump

Bruce Springsteen decidiu de vez ir para cima contra o governo protofascista de Donald Trump nos Estados Unidos. O cantor e guitarrista americano acaba de lançar Streets of Minnepolis”, uma canção de protesto contra as barbaridades ocorridas naquela cidade do norte do país – uma canção que orgulharia o mestre do folk Woody Guthriue e o bardo ativista canadense Neil Young.

Guthrie escrevia em sue violão que aquela “máquina matava fascistas”. A guitarra e a voz de Springsteen têm um efeito muito parecido. É o artista de maior peso no mundo a se opor ao autoritarismo e depredação institucional promovido por Trump em todos os níveis. Ele está transformando os Estados Unidos em uma nação sombria e assustadora.

A música fala sobre a perseguição absurda de imigrantes legais e ilegais na cidade de Minneapolis, onde dois cidadãos americanos que protestavam conta a política selvagem foram mortos pelo ICE, uma “polícia/milícia que atua contra a imigração supostamente ilegal”.

É uma canção maravilhosa, com base folk e que cresce para um vigoroso folk engajado e ativista, ombreando as melhores canções já compostas por Springsteen e também as músicas d protesto de Neil Young.

É uma canção poderosa e densa, que traz uma urgência necessária e contundente – a crise em Minneapolis, com perseguições as mortes, começou em 5 de janeiro, e a música já foi lançada depois de um processo velos de composição e gravação. Está sendo divulgada nas redes sociais junto com uma versão ao vivo de outra canção maravilhosa, “Racing in the Street”.

Na letra, ele cita nominalmente Donald Trump chamando-o de rei” de forma irônica pejorativa, além de fazer um jogo inteligente com as palavras “ice”0 (gelo) e “fire” (fogo, mas também pode significar atirar). É uma das canções de protesto mais importantes deste século.

Em um show na cidade de Manchester, no Reino Unido, no ano passado, Springsteem fez um breve discurso lamentando no que seu país havia se tornando e denunciando as políticas nocivas perpetradas pelo governo de extrema-direita e terminou pedindo desculpas ao mundo pelos Estados Unidos estarem mergulhando no abismo.

Bruce Springsteen ficou ainda mais gigante com a nova canção e cresce a cad vez que canta “Born in U.S.A.”m uma canção dos anos 80 que nada tem de ufanista e que exalta as qualidades louváveis e elogiáveis do movo de vida da classe trabalhadora norte-americana – ideais de justiça, solidariedade e democracia.

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