Quando os Beatles acabaram, em abril de 1970, Paul McCartney lançou seu primeiro álbum solo e se refugiou em sua fazenda na Escócia. Em depressõ e “desempregado”, não conseguia imaginar um futuro promissor e tinha pavor da irrelevância depois de uma década no topo com o “furacão” Beatles. Conseguiria um dia superar a antiga banda?
Anos depois, voltaria a fazer sucesso com canções de alta qualidade como “Silly Love Song”, “Band on th e Run” e “Live and Let Die” e, em parte, debelar o truuma e a extrema ansiedade em em ter de competir com um passado pr insuperável.
A obsessão de McCartney em compor música que que fossem boas o suficiente para serem comparadas às dos Beatles é um dps temas abordados no documentário “Mn on the Run”, que retrata o músico nos anos 70. A trilha sonora da fita chega aos mercado nesta semana e retrata, em parte, a obsessão que norteou a trajetória do ex-beatle naquela década.
Disponível no Prime Video, o filme tem uma duração de quase duas horas contando a história do músico incluindo a ascensão do Wings. Por meio de imagens de arquivo, fotografias de Linda McCartney e novas entrevistas com Paul e a família McCartney, a obra traz um painel rico e vibrante da reconstrução artística de um gigante do rock – isso tudo também sob o olhar de entrevistados como com Sean Ono Lennon, Mick Jagger, Chrissie Hynde e outros.
A coletânea de um disco com 12 faixas reúne gravações que abrangem desde a estreia solo de Paul em 1970, McCartney (“That Would Be Something”), até 1980, quando do lançamento de “McCartney II ” (“Coming Up”), incluindo os sucessos “Band on the Run” e “Mull of Kintyre”.
A trilha do documentário tem ainda três faixas inéditas: a versão ao vivo de “Live and Let Die” gravada no Rockshow, uma mixagem preliminar do single “Arrow Through Me” do álbum “Back to the Egg”, de 1979, e, a mais instigante de todas, “Gotta Sing, Gotta Dance”.
Esta é uma canção nunca antes ouvida, escrita para a amiga de Paul, Twiggy, e que acabou sendo usada como acompanhamento de um número musical no especial de televisão James Paul McCartney, de 1973. A trilha sonora também inclui a demo de “Silly Love Songs” do álbum Wings at the Speed of Sound Archive Collection.
O CD da trilha sonora vem em um digipak e inclui um livreto de 12 páginas, enquanto a versão em vinil preto de 180 gramas apresenta um pôster desdobrável.