Destaques do metal prte 2: Exodus, Beyond the Black, Black Label Society…

– Com o fim do Slayer, o Exodus finalmente ressuscitou”; A nada de Kerry King recrutara o guitarrista Gary Holt prao lugar do falecido Jeff Hannem,ann e isso parece terdrenado as forças do Exodus. Com tudo restabelecido, “Goliath” chega para abalar a mesmice do thrash metal. Já é um dos melhores álbuns do ano, com muita precisão e riffs atordoantes. Holt é excelente compositor e inda consegue surpreender em um subgênero que há algum tempo está fossilizado e patinando nas mesmas ideias. A ferocidade das linhas melódicas e a agressividade nos69 ataques dos riffs colocam o disco em destaque na =longa discografia da banda californiana. “3111”, que abre a obra, estremece o ambiente e mostra que a volta, pela segunda vez, do vocalista Rob Dukes, foi um acerto. “Promise You This” e Goliath” recuperam o astral dos ano 80 com muito peso e solos incandescentes que honram a tradição . Um álbum monumental de rock pesado.

– A banda alemã Beyond the Blac se preparou bastante para esse moento de transição entre o metal sinfônico mais tradicional e uma sonoridade acessível, que beirasse mo pop mais sofisticado. O som ainda é pesado em “Break the Silence”, mas as canções oferecem um pouco mais de concessões, com arranjos de origem eletrônica mais evidentes. A vocalista Jennifer Habem evoluiu de forma absurda e é o grande destaque do trabalho. Há algumas participações especiais e parcerias bem esquisitas, mas o que de melhor o álbum tem a oferecer é a faixa-título, forte e com boa letra, e a sombria “Ravens”.

  – Um álbum virado o vesso por causa da morte de Ozzy Osbourne no ano passado. O guitarrista americano Zakk Wylde não teve receio em admitir Em relação ao seu mais recente lançamento, o trabalho do Black Label Society “Engenis of Dedmolition”,. Que incluiu quase de última hora a bela balda “Ozzy’s Song”. Wylde tocou por mais de 26 anos na banda de Ozzy, entre idas e vindas, e o considerava o seu verdadeiro pai musical e mentor. O ovo disco é todo permeado pela nostalgia e apresenta o mesmo metal tradicional encharcado de country e blues de sempre. Embora menos agressivo e pesado. É um trabalho bonito e om forte carga emocional, nas com a ausência 4de um grande hit ou de uma canção forte que catapulte o álbum. A sua força é o conjunto bem equilibrado de e variado de boas canções, sem um grande destaque individual. Uma coisa interessante peque algumas canções guarda, semelhamas com o trabalho solo do guitarrista, como “Book of Shadows”, e o trabalho único da banda Pride And Glory, de 1994. É mais hard rock do que heavy metal. Não representa novidade na carreira da banda, mas é bastante agradável. “Ozzy’s Song é muito bonita, mas os destaques do trabalho são as canções “Bane ub Vkiid”, uma porrada hard ‘n heavy, “The Stranger”, com sua melodia intrincada, e “Back to Me”, uma balada mais forte e bem conctada com o conceito do disco.

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