O Metallica está bissexto, o Megadeth vai acabar, o Slayer não existe mais e o Anthrax está enrolado em, indefinições, mas a velha guarda do thrash metal californiano segue viva e forte para oferecer som pesado de muita qualidade neste ano de 2026.
É o chamado segundo patamar do Big Four do thrash, com Exodus, Metal Church, Testa,emt, Death Angel e Overkill – na verdade, um Big Five. Três destas mantêm o legado com mais mais de 45 anos de existência mostrando como se faz som pesado e afrssivo.
Os mais recentes trabalhos de Exodus, Metal Church e Testamente certamente frequentarão listas de melhores do ano. São trabalhos bem acima da média e que surpreendem porque os veteranos estão com a “faca nos dentes”, cuspido fogo e mostrando uma agressividade que esteve m falta em álbuns anteriores mais recentes. Se hoje o rock é coisa de velho, os velhinhos parecem estar enfezados lá na California…
– Não poderia ser mais expressivo e emblemático qu o mais importante muquifo de metaleiros d San Francisco ganhasse a alcunha de “igreja do metal” em San Francisco no início dos anos 80. Era li que os garotos sujos e fedorentos que dariam origem um venerado subgênero do rock se reuniam para curtir música, celebrar a rebeldia e criar suas músicas. E era natural que uma das bandas se tornasse importante saindo dali com o nome de Metal Church na visão celerados como o guitarrista Kurdt Vanderhoof e o vocalista David Wayne (1958-2005). São 46 anos de atividade e muito som pesado, que ganha destaque neste ano com o álbum “Dead to Rights”, o melhor da banda desde 2015. Metal Church está voando, com riffs poderosos e pesados, capazes de demolir estruturas e incendiando plateias. Marc Lopes, vocalista desde 2023, substitui bem o falecido Mile Howe, que morreu dois anos antes. Canta muito e atinge notas muito altas, além de demonstrar fôlego quase inesgotável. Todas as canções são ótimas, mas dá para destacar “Feet to the Fire”, “The Sjow, “Dead to Rights” e a magnífica “Wasted Time”. Aula total de thrash metal.
– Com o fim do Slayer, o Exodus finalmente ressuscitou”; A nada de Kerry King recrutara o guitarrista Gary Holt prao lugar do falecido Jeff Hannemann e isso parece ter drenado as forças do Exodus. Com tudo restabelecido, “Goliath” chega para abalar a mesmice do thrash metal. Já é um dos melhores álbuns do ano, com muita precisão e riffs atordoantes. Holt é excelente compositor e inda consegue surpreender em um subgênero que há algum tempo está fossilizado e patinando nas mesmas ideias. A ferocidade das linhas melódicas e a agressividade nos69 ataques dos riffs colocam o disco em destaque na =longa discografia da banda californiana. “3111”, que abre a obra, estremece o ambiente e mostra que a volta, pela segunda vez, do vocalista Rob Dukes, foi um acerto. “Promise You This” e Goliath” recuperam o astral dos ano 80 com muito peso e solos incandescentes que honram a tradição. Um álbum monumental de rock pesado.

– Para completar a trinca dos mestres veteranos californianos do thrash metal, o Testament relança emedição especial o álbum “Para Bellum”, do ano passado, em versão CD triplo, com o original remixado e outros dois discos com uma apresentação ao vivo na turnê dde 205. É uma versão que será vendida inicialmente somente no Japão. Outra modalidade, também disponível exclusivamente para os japoneses, terá um DVD/Blu-Ray com as imagens do show. A fúria da banda é lendária e o vocalista Chuck Billy pegou bem pesado com sua voz de serra elétrica, cortante e mortal. “Para Bellum” é um álbum eficiente, que recupera muita coisa do tempo em que a anda fazia um som mais cu e direto sem tantas piruetas virtuosas dos guitarras Eric Peteresen e Alex Skolnick.
