Accept, 50 anos: o símbolo do metal alemão

A maor banda alemã de heavy metal está completando 50 anos e promete uma comemoração fabuloso. E não estamos falando de Scorpions, que pé mais velha e e toca hard rock. O colosso Accept, o grupo que ousou colocar o Pto Donald para cantar e que influenciou todas s gerações de fãs e músicos de metal a partir de 1980.

Em todas s rodas de fãs do gênero, os alemães são citados como sinônimos de som que caracteriza o metal, ao lado de Ironn Maiden, Judas Priest e Saxon – não vamos nem mencionar o Black Sabbath por ser desnecessário.

Riffs pesados de “Metal Heart”, “Restless and Wild” e “Princrss of the Dawn” logo povoam as mentes quando se trata de heavy metal tradicional dos cinquentenários que não inventaram nada, mas inovaram na maneira de abordar timbres pesados criados por Tony Iommi, guitarrista fo Black Sabbath, e pela dupla de guitarristas K. Downing e Glen Tipton, do Judas Priest.

Quase ninguém acreditou quando o vocalista Udo Dirkschneider abriu a boca na estreia em LP do Accepy, em 1979. Sua voz rouca quase ininteligível em um inglês anda vacilante teria condenado qualquer banda ao fracasso, mas a tenacidade dos alemães colocou a voz de pato rouco se transformasse em um dos diferenciais. Era como se Bon Scott (1946=1980), do AC/DC, tivesse sigo ligado em uma tomada de 220 volts.   

Dirkschneidr saiu em, 1088, quando o Accept ensaiava uma mudança de rumos para ficar mais americanizado e mais hard, em um rocesso que quase arruinou o Judas Priest na mesma época, voltaria por pouco tempo anos depois para definitivamente o grupo e se dedicar às bandas U.D.O. e Dirkschneider & Old Gang.

A banda, radicada nos Estados Unidos des os anos 90, tentou trabalhar com o vocalista David Reece, americano, mas houve rejeição por seu estilo hard rock.

Coube a outro americano, Mark Tornillo, assumir os vocais rasgados e roucos para manter a lenda alemã viva. Está até hoje, e lá se vão quase 20 anos liderando a “máquina teutônica de metal”.

Imagem? montagem com foto de divulgação

Celebração com álbum especial

9Em plena atividade, o Accept vai lançar neste ano um novo álbum intitulado ‘Teutonic Titans 1976–2026’, com previsão de chegada ao mercado em 4 de setembro por meio da gravadora Napalm Records. Este trabalho apresenta 19 versões de grandes sucessos que consolidaram o grupo como um dos pilares do metal mundial.

A obra percorre a trajetória cronológica da banda desde os anos formativos até o final da década de oitenta. O disco abrange lançamentos icônicos como “I’m A Rebel“, de 1980, e “Eat The Heat“, gravado originalmente em 1989.

A lista de colaboradores conta com nomes expressivos da cena internacional que prestaram tributo ao legado germânico-americano do grupo. Cada faixa do álbum apresenta uma formação distinta de músicos.

Entre os destaques está a participação de Tobias Forge, vocalista da banda Ghost, na canção “Save Us”. Ele divide a execução da faixa com o baterista Ray Luzier. “Fast As A Shark” recebeu uma nova roupagem com Phil Anselmo (Down, ex-Pantera), Kirk Hammett `(Metallica)e Mikkey De )Scorpions, ex-Motorgead)..

“Balls To The Wall” tem ninguém menos d oque  Rob Halford, do Judas Priest. O guitarrista Matthias Jabs, dos Scorpions, também integra a gravação desta faixa. O baixista David Ellefson, ex-Megadeth, participa de “Love Child”, que tem como convidado insitado Billy Corgan, guitarrista e vocalista da banda Smashing Pumpkns, que jjá fez som pesado, mas que habita o mundo pop..

A formação atual da banda também gravou uma nova versão para a música “Hellhammer“. Participaram desta sessão Wolf Hoffmann, o baixista Martin Motnik e o guitarrista Philip Shouse. O baterista Christopher Williams e o convidado Jason McMaster completam o time nesta faixa do álbum ‘Eat The Heat‘.

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