Amamg, Giant Skunk, Rogue…

– A banda paulistana Anang lançou o seu EP de estreia, “Memoria”,trabalho que encerra um ciclo iniciado com os singles “Solitude” e “Bleak” e marca um ponto de virada na trajetória do grupo, refletindo a aceitação do passado como base para a construção de novos caminhos, sem abrir mão de sua identidade artística. Com uma abordagem imersiva e catártica, o EP se posiciona como um lançamento ambicioso dentro da cena progressiva nacional. ” Memoria” evidencia uma sonoridade grandiosa, moderna e ousada, que foge de fórmulas e rótulos limitantes. Transitando entre o peso contemplativo do prog death metal, a densidade emocional do post-metal e a fluidez atmosférica de elementos alternativos, o trabalho entrega uma e periência hipnótica e profundamente emocional. Faixas como “Within Silence” e “Redemption” reforçam essa proposta, equilibrando peso
monolítico e nuances sensíveis, enquanto a banda funde influências de Gojira e Sepultura em uma linguagem autêntica e inovadora. Ouça o EP “Memoria” em todas as plataformas de streaming, ou pelo link a seguir: https://open.spotify.com/intl-pt/album/4DPuZUAYJwaCAFqMpgfyUr?si=E63JsewGRtyp6xkYQt6EvQ

– A potência do metal baseada em Reno, Giant Skunk, lançará oficialmente seu álbum de estreia, _Nice To Meet You_, no dia 20 de junho de 2026. Servindo como uma apres entação alta, direta e sem rodeios do quarteto, o disco reúne aquilo que a própria banda define como “indica punk sativa metal hybrid rock” — uma colisão explosiva entre o grunge dos anos 90, o groove metal moderno e inesperados ritmos brasileiros. O título _Nice To Meet You_ funciona como um aperto de mão literal de uma banda cuja história de origem é tão incomum quanto o seu som.Metade da formação — o vocalista Daniel Zulian, de São Paulo (SP), e o baixista Edson Junior, de Aracaju (SE) — uniu forças ao guitarrista Rhett Lila e ao baterista Brayden Tripp, que se mudaram de Duluth, Minnesota, para Nevada. Os caminhos dos quatro se cruzaram por puro acaso, do lado de fora de um show de metal em uma noite de neve em Reno, em março de 2025. “Junior e Daniel estavam no Davidson’s conversando sobre como precisavam de um baterista”, relembra a banda. “Brayden ouviu a conversa por acaso e se aproximou. Eles acharam que ele era um morador de rua e disseram: ‘Nós não temos dinheiro.’ Algumas semanas depois, fizemos nosso primeiro ensaio.”

– A banda paulista Rogue abre um novo capítulo em sua sólida trajetória de 14 anos com o lançamento do single “Cicatrizes”. A faixa é o cartão de visitas do próximo EP do grup e consolida o amadurecimento sonoro de uma das bandas mais resilientes e ativas da cena independente brasileira. “Cicatrizes” é um rock moderno de forte apelo radiofônico, marcado por um riff de guitarra poderoso e um vocal rasgado. A letra é um convite à reflexão e à superação: “Olho pra cicatrizes que me fiz / E vejo mapas pra voltar”, canta a banda, abordando o processo de reconciliação consigo mesmo após crises internas. A faixa é fruto de uma colaboração estratégica entre a banda e o produtor Franco Torrezan, mantendo a excelência técnica que tornou-se marca registrada da Rogue. C om centenas de shows no currículo, a Rogue construiu sua história na estrada, percorrendo milhares de quilômetros pelo estado de São Paulo e dividindo palco com gigantes como Nx Zero, Fresno, Pitty, Hateen e Velhas Virgens. Sua experiência é chancelada por participações em grandes veículos e eventos, como a 89 Rádio Rock e o Yamaha Rock Festival.

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