Sozinho, abandonado,. Em busca de banda e inspiração. Oguitarrita inglês Tony Iommi estava {as traças em 1985, com o nome Black Sabbath nas mão mas sem saber o que fazer com sua carreira depois que o vocalista |Iab Gillan saiu e voltou e aceitou reformar o Deep Purple no ano anterior.
Ele testou alguns vocalistas para uma nova formação, mas oPTOu por um álbum solo com Glenn Hughes (ex-Deep Purple) nos vocais, mas a gravadora recusou. Teria de ser um disco do Black Sabbath ou nada feito.
“Seventh Star”, um álbum cult no Brasil, mas considerado o pior disco de tempos na discografia do Black Sabbath em vários países, completa 40 anos e ganha uma reedição neste mês de julho com apenas um bônus, uma versão alternativa da brega “No Stranger to Love”.
Problemático desde as gravações, p álbum passou por muitas mudanças, e os músicos tiveram de suportar os graves problemas com drogas e álcool de Hughes, que odiou saber qu cantaria em um álbum do Black Sabbath, e não do amigo Tony Iommi.
Lançado em começo de 1986, “Seventh Star” foi o décimo segundo álbum de estúdio gravado pelo Black Sabbath para a Warner.
Sendo a primeira de três colaborações entre o guitarrista e membro fundador do Black Sabbath Tony Iommi, e o ex-vocalista do Deep Purple e Trapeze Glenn Hughes, o álbum trazia o sucesso de rádio e da MTV “No Stranger To Love”. Prensada em vinil preto e também disponível em CD, esta edição recém-remasterizada inclui agora a versão remix do single “No Stranger To Love”.
O estilo vocal de Hughes, incrivelmente emotivo e cheio de alma, contrastava totalmente com a interpretação contida e inexpressiva de Ozzy Osbourne, o vocalista mais emblemático do Sabbath (uma discrepância que levaria à sua rápida saída quando os clássicos indispensáveis precisaram ser tocados na turnê mundial subsequente).
Ainda assim, dadas as circunstâncias únicas da criação de *Seventh Star*, a musicalidade vibrante de Hughes tornou faixas de hard rock agressivo como “In for the Kill”, “Turn to Stone” e “Danger Zone” surpreendentemente cativantes, e baladas como “Angry Heart/In Memory…” e “No Stranger to Love” ainda mais comoventes.
Vale notar que seus esforços não funcionaram tão bem na falta de rumo com influência de blues de “Heart Like a Wheel” e na atmosfera gótica e ameaçadora da faixa-título, permitindo que observadores mais atentos previssem os problemas que viriam a seguir.
No entanto, à luz das dificuldades ainda mais traumáticas que o antecederam, *Seventh Star* — apesar de suas qualidades sonoras atípicas — representa, na verdade, uma virada importante na longa trajetória do Black Sabbath, que recuperou gradualmente seu ímpeto nos anos seguintes.