– A nova guerra empreendida pelo facínora Donald Trunp, presidente dos Estados Unidos, e pelo estado criminoso de Israel jogou luz aps dilemas vividos pelas bandas de rock iranianas, divididas, entre a lealdade nacional e e á contestação ao regime brutal e ditatorial islâmico, que costuma matar opositores e adversários políticos. Por mais que o regime religioso teocrático seja odioso, como apoiar os ataques de uma potência estrangeira? Essas e outras contradições são analisadas pelo jornalista e historiador Erick Tedesco em bum artigo publicado na edição online do jornal Le Monde Diplomatique. O autor contextualiza a dura história dos artistas iranianos nos últimos 80 anos e como roqueiro e cineastas se equilibram em situações bem delicadas. Leia em https://diplomatique.org.br/rock-do-ira-expoe-as-fissuras-do-confronto-entre-teera-e-washington/
– Tedesco também é autor, no mesmo site, de outro artigo interessante sobre a relação d músico com os esforços bélicos na administração Trump desde o ano passado. É o presidente americano tentando reeditar políticas de apropriação e expansão cultural nos mesmos moldes realizados pelo país a partir dos anos 30 do século passado com o avanço avassalador da indústria cinematográfica. Leia mais em https://diplomatique.org.br/rock-do-ira-expoe-as-fissuras-do-confronto-entre-teera-e-washington/
– Nunca é demais façlr e ler sobre o trompetista americano Miles Davis (1926-1991), um dos gênios da humanidade. Polêmico, inovador, habilidoso e vanguardista, p músico do jazz consagrou a fus]aode estilos como a tendência moderna da arte no século XX. Beste texto publicado no site The Music Journal, o mito é revisitado na análise de seu legado como compositor e como instrumentista extraordinário e inovador em todos os sentidos. Leia em, https://www.terra.com.br/diversao/musica/meu-sonora/rb/miles-davis-a-reinvencao-do-jazz-e-o-legado-do-trompete-de-cristal,f26d8de730871be851999b6951b71414x9nn4f0c.html
– O guitarrista inglês Adrian Smith, dpo Iron Maiden, vem ao Brasil em abril para shows com seu projeto paralelo, o Smith/Kotzen, que mantém ao lado do amigo guitarrista americano Richie Kotzen – banda ainda tem os brasileiros Julia Lage (baixo) e Bruno Valverde (bateria, que também toca no Angra). Elem concedeu uma boa entrevista ao jornalista Igor Miranda, qu foi publicada no site Rolling Stone Brasil. Smith falou bastante sobre o Brasil e suas cnexões com o Iron Maiden, sobre Smith/Kotzen e sobre os planos imediatos dele para 2026, já que não há previsão para que o Iron Maiden tenha atividades antes do ano que vem. https://rollingstone.com.br/musica/adrian-smith-iron-maiden-smith-kotzen-entrevista-2026/