Melhores do ano de 2025 – Internacional -parte 1


Em um ano com perdas sentidas para o rock, a qualidade das obras inéditas ficou bem acima da média em 2025, com destaque para o har rock e o rock progressivo.

+ Dream Theater – “Paramsonia – A banda americana de metal progressivo estava prestes a iniciar um período de estagnação quando veio o chacoalhão: a volta do baterista e fundador Mike Portnoy, fora do grupo desde 2010. Revigorada com a volta de um reconhecido ótimo compositor, o Dream Theater recuperou o equilíbrio entre peso e rock progressivo. mergulhando em muitos bons momentos dos anos 2000, o novo disco traz ótimas ideias como “Night Terror” e “Midnight Messiah”.

+ Smith-Kotzen – “Black Light/White Noise” – Os guitarristas Richie Kotzen e Adrian Smitj (Iron Maiden) reeditam a dupla que lançou um álbum e dois EPs ótimos com hard rock moderno com toques oitentistas. As canções estão mais sofisticadas e o número de solos de guitarra aumentou, o que é bom. A dupla efetivou a cozinha brasileira que a acompanhou na última turnê: a baixista Julia Lage (mulher dde Kotzen) o baterista Bruno Valverde (Angra), que gravaram o disco.

+ Joe Bonamassa – “Breakthrough” – Incapaz de fazer álbum ruim, o incansável guitarrista de blues gez o trabalho mis diversficado de sua carreira nos últimos dez anos, passeando pelo hard rock, pelo blues, pela soul music e pela country mnusic; Outra mudança é que as canções estão mais orientadas para os riffs, evidenciando o poder de sua excelente banda – é possível que seja o último trabalho a contar com teclados de Reese Wynans, que tocou com Stevie Ray Vaughan, que anunciou a sua aposentadoria. A faixa-título é uma das melhores canções que ele já gravou



+ Mostly Autumn – “Seawater” – No ano em que completa 30 anos, a banda inglesa de rock progressivo lança aquele que pode ser seu mais ambicioso e melhor trabalho desde a reinvenção, em 2011 – a vocalista Olivia Sparnenn entrou no logar da ótima Heather Finfdlay. O ativismo ecológico está mais evidente, assim como a presença ampliada de teclados. Das grandes bandas de rock progressivo com vozes femininas – Karnataka, Magenta, The Fr Meadow, Solstice, Panic Room – a Mostly Autumn é a melhor e a mais ativa neste século.

+ Magic Pie – “Maestro” –
 Monumental banda norueguesa de rock progressivo ficou muito tempo em hibernação e surpreendeu com um ótimo trabalho conceitual em homenagem à própria música, com a presença maciça de guitarras de bom gosto e teclados mais climáticos. Para nossa sorte, o retorno parece ser definitivo.

+ Haim – “I Quit” – A banda das irmãs Haim é daquelas gemas pop que agradam fãs d brit pop até aqueles saudosos de Carpenters e Fleetwood Mac. As harmonias são belas e os arranjos vocais, sublimes. Este novo trabalho avança um pouco mais no rock , com ótimas canções e temas dnsos abordados com certa leveza, superando bos bandas concorrentes da atualidade, como Wolf Alice, Wet lag e The Last Diinner Party.

+ Garupa – “Fyr” – Outra banda norueguesa d rock progressivo ganha destaque em 2036, só qu desta vez fazendo um som mais pesado abordado temas escandinavos históricos, flertando até mesmo com o heavy metal. O destaque é o exímio trabalho de guitarras, que conduz toda a trama.

+ Halestorm – “Everest” Aproximando-se cada vez mais do heavy metal, halestorm se aperfeiçoa e se torna referência no hards rock atual. Não é tão pesado quanto o anterior, “Bck From the Dead”, mas compensa com a presença maciça de guitarras cortantes e arranjos mais elaborados, que realçam a beleza e a potência dos vocais de Lzzy Hale, que está cada vez mais cantando melhor.



+ Neal Morse -“Never Been Down The Road” – Cantor e multi-instrumentista extremamente talentoso e habilidoso, deixou de lado os temas religiosos para fazer um disco solo confessional e autobiográfico. As canções são densas e tão profundas que certamente são as melhores que já compôs em 45 anos de carreira. A canção-título e “Leaving California” são algumas das coisas mais belas compostas no rock neste século

+ Spock’s Besrd – “The Archaroptmist” – 
É um dos maiores nomes do rock progressivo americano, fundda em 1992 por Neal Morse e seu irmão, o guitarrista Alan Morse. Neal saiu em 2002 e a banda foi reconstruída com o baterista Nick D’Virgilio assumindo os vocais. Este saiu em 2012 e banda chamou Ted Leonard, do Thought e Enchant. O som ficou menos pretensioso e mais moderno, mas este álbum pretendeu resgatar algumas das raízes dos primórdios, a faixa-título,. com 21 minutos, é uma obra-prima, assim como a pesada “Invisinle”.

+ Glenn Hughes – “Chosen” – O cantor e baixista inglês está se despedindo dos palcos e já disse que a aposentadoria não vai demorar mas, aos 74 anos, mostra que pretende parar em alto estilo. Seu mais recente disco é excelente, condensando melodia e peso em doses generosas e resumindo quase 60 anos de carreira com elementos de suas banda mais significativas – Trapeze, Deep Purple, Black Sabbatjh e Black County Communion. Com vocais impecáveis, é o seu melhor trabalho solo deste século.

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