Mulheres em fúria: novos e nem tão novos nomes femininos no ock nacional

Violrtt (Foto: divulgação)

Nos improváveis eventos paralelos de grandes shows em São Paulos, duas bandas paulistas com meninas foram reveladas e indicam que boas novas estão por surgir no rock nacional neste ano, que tem como amostra interessante o ovo álbum da banda punk Punho de Mahin.

Nos concursos de bandas novas para tocar no Lollapalooza Brasil deste ano, a banda que mais se destacou foi a paulistana Ginger and the Peppers, liderada pela cantora Julia Dillom. Com o primeiro lugar em votação promovida pela rádio 89 FM, o quinteto toou ao meio=deia no primeiro dia do festival e agradou com seu hard rock setentista.

Com o primeiro álbum, “It Semlls Like Giner”, a banda emplacou turnês pelo sul do Brasil nos últimos dois anos e embarcou para shows na Califórnia, nos Estados Unidos, com resultados considerados positivos. Cantando em inglês, é um grupo bastante promissor no atual cenário.

De Itu, no interior paulista, vem o quarteto  feminino Violett, destaque em eventos paralelos da recente visita da banda australiana AC/DC ao Brasil. O hard rock seco e direito é bem, feito, mesclando português e inglês em um início de trajetória que lembra bastante a Malvada.

Os dois primeiros singles, “Despertar” e Rollercoaster”, surpreenderam por conta das guitarras vigorosas e da ótima interpretação da canora Camila Doná, carismática e incansável no palco. Ainda que seja inevitável a comparação com Malvada, Violett já apresenta uma personalidade própria, especialmente na parte instrumental.

Na área mais agressiva, o destaque vai para Punho de Mahin e Manger Cadavre?, mostrando ativismo e engajamento em causas políticas e sociais; É som extremo para incomodar. 

Punho de Mahin (Foto: divulgação)

Punho de Mahin, da vocalista Natália Matos, acaba de lançar “Entre a Penitência e a Ruptura”, legítimo álbum de punk/hardcore violento e agressivo com enorme carga emocional e social. Tem todo o tipo de crítica política e às desigualdades sociais. Natália está se tornando uma ds vozes ais fortes do rock brasileiro.

Em relação o Manger Cadavre? , ué uma outra Natália que comanda a pancadaria. Nata de Lima é a voz extrema que conduz a banda de São José dos Campos ao mundo brutal e destruidor do thrash e death metal. Os temas também versam sobre os abismos sociais que destorem o Brasil e que estimulam todo tipo de violência contra a população carente e vulnerável. O título do mais recente trabalho, “Como Nascem os Monstros”, é autoexplicativo.

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