No ano do cinquentenário, o silêncio incômodo que costumava ser alheio ao cotidiano da banda. Enquanto um jovem pprto-riquenho abre o peito e enfrenta o nefasto fascista Donald Trum,p, presidente dos Estados Unidos, o U2 reforça a ideia de que foi cooptado pelo sistema.
Bad Bunny, alcunha do cantor porto-riquenho Benito Martínez, afrontou o mundo conservador protofascistaa americano ao cantar no intervalo do Super Bowl e enfurecer Trump e sua gente podre. Cantando em espanhol, exaltou os latinos e criticou a perseguição aos imigrantes legais e ilegais.
Foi provavelmente a maior pancada política pública da história do pop, já que o Supoer Bowl, a final do campeonato de futebol americano, o evento mais assistido por TV e computador e um dos mis vistos do mundo.
O U2, cada vez menos ativo depois da pandemia de covid-19, tem mantido silêncio prolongado que andam incomodando fãs e admiradores que se acostumaram com a verve política, ativista e engajada da banda irlandesa. Afinal, não era Bono, o vocalista., que vivia sendo recebido por chefes de Estado e políticos poderosos no mundo inteiro?
Bono e o guitarrista The Edge mostraram bastante coragem quando visitaram Kiev, capital da Ucrânia, par tocar com músicos locais no metrô e nas uas em meio a bombardeios russos. A Rússia invadiu a Ucrânia em decisão imperialista em fevereiro de 2022,
Se os músicos manifestaram apoio total aso ucranianos, mantêm silêncio desagradável em relação às políticas nefastas e autoritária do governo nefasto do nefasto presidente Donald Trump.
Bono chegou a criticar Trump em concertos durante a campanha 2016, que elegeu o americano para o primeiro mandato. As críticas eram até contundentes, mas foram diminuindo e sendo amenizadas ao longo do tempo.
O U2 já participou de um evento parecido com o intervalo do Super Bowl anos atrás, em apresentação ao lado do Green Day, com as bandas tocando juntas uma cação de protesto, “The Sants Are Coming”, da banda punk escocesa The Skidss.
As duas bandas levantaram fundos para a reconstrução de Nova Orleans devastada pelo furacão Katriba em 2005 e protestaram levemente contra a suposta letargia na ajuda às vítimas por parte do governo do presidente republicano George W. Bush – o mesmo partido de Trump.
De certa forma, é desapontador que uma banda 0que compôs hinos contra a guerra fria e a tensão nuclear entre as então superpotências esteja quieta em um momento em que o mundo pende para o fascismo – em especial os Estados Unidos, que outrora fora a pátria de liberdade e da democracia,