Rock no cinema: boas opções para curtir no mês de julho

É impossível medir a importância e io impacto que Elvis Presley e Beatles tiveram na cultura mundial e no entretenimento quando se tornaram astros globais e gigantescos. Foram artistas revolucionaram tudo e colocaram os jovens dentro do mercado consumidor, akém de lhes dar voz ativa.

Um efeito colateral desse predomínio dos dois artistas foi a demora em tornar o rock e a música pop em algo palatável para o cinema, que semrpe tratou o gênero musical como algo marginal e sem muita seriedade, como umk mero entretenimento.

Elvis foi transformado em ator de cinema quando voltou domesticado do Exército americano, a parti de 1960, sendo escalado por filmes péssimos – todos os que fez são ruins.

“A Hartd Day’s Night” “Hrlp”, os dois filmes dos Beatles, dirigidos por Richard Lester, são engraçadinhos e meros veículos d propaganda, pois artisticamente são fraquíssimos, embora tenham estabelecido um padrão de ficção envolvendo o rock e músicos d rock. “Head”, dos Monkees, foi uma tentativa de intelectualizar e dar estofo artístico ao mundo pop e não cero. Ninguém entendeu nada.

Nos anos 70, a coisa piorou quando o Kioss produziu o péssimo “Kiss e o Fantasma do Parque”, que é gostoso de assistir de tão ruim que é. Os quatro integrantes do Kiss participam e mostram que eram bons músicos e que jamais deveriam ter se aventurado nas telas de cinema.

Ainda bem que times “The Blues Brothers” (“Os Irmãos Cara de Pau”) em 1980, que redimiu o mundo pop em uma maravilhosa comédia nonsense estrelada por Dan Aukroyd e John Belushi, com direção de John Landis. Com sensibilidade e inteligência, o filme é um grande tributo ao blues e a alguns gênios da música, como Aretha Franklin, James Brown e Ray Charles.

Na linha da paródia, mas com muita competência, veio This Is Spinal Tap”, de 1984, dirigido por Robb Reiner, reconhecido por muitos como o melhor filme já feito sobre rock. Mesmo com certo exagero, Reiner retrata, de forma fictícia, o cotidiano de uma banda de heavy metal da época, com suas loucuras e excentricidades.

O Kiss voltaria a ser tema de filme em 1999 com “Detroit Rock Ciy”, estrelado por Edwrd Furlong. É bobinho, mas pelo menos foi feito com competência ao mostrar um grupo d adolescentes que faz de tudo para comparecer a um concerto da banda em Detroit, nos Estados Unidos. A direção é de Adam Rifkin.

Para variar, o melhor filme abordando o rock é inglês. “Still Crazy” (“Ainda Muito Loucos”), de Brian Gibson, é uma comédia dramática sensível ue tenta ser mais fiel à realidade do mundo do rock sem muitas concessões, embora recorra a alguns clichês inevitáveis.

Estrelado pelos ótimos Stephen Rea e Bill Nighy, retrata a volta à ativa, depois de 20 anos, do Strange Fruit, banda famosa nos anos 70 que termina depois de um desastroso show em um festival atingido por uma tempestade. O roteiro é baseado principalmente nas trajetórias das bandas inglesas Led Zeepelin e Uriah Heep.

Veja agora mais algumas atrações roqueir no cinema e que estão disponíveis em algum serviço de streaming:

1. Bohemian Rhapsody

A cinebiografia de Freddie Mercury e da banda Queen é uma excelente opção para quem deseja praticar o inglês britânico enquanto acompanha a trajetória de um dos maiores ícones da história do rock. O filme apresenta vocabulário relacionado ao universo da música, aos bastidores de grandes shows e ao cotidiano dos artistas.

Disponível em: Globoplay
Classificação indicativa: 14 anos
 

2. Rocketman

Misturando fantasia e realidade, o filme retrata a trajetória de Elton John por meio de uma narrativa marcada por diálogos naturais e diferentes registros da língua inglesa. Além de acompanhar a história de um dos maiores nomes da música, o espectador tem contato com expressões e contextos típicos do inglês britânico.

Disponível em: Prime Video
Classificação indicativa: 16 anos
 

3. Elvis

A cinebiografia acompanha a trajetória de Elvis Presley desde o início da carreira até o estrelato mundial. O filme reúne diálogos em inglês americano, diferentes registros da língua ao longo das décadas e referências à cultura dos Estados Unidos. Além de ampliar o vocabulário, ajuda a compreender aspectos históricos e culturais que influenciaram o universo do rock.

Disponível em: HBO Max
Classificação indicativa: 14 anos
 

4. School of Rock (Escola de Rock)

Com linguagem acessível, diálogos bem-humorados e ritmo leve, o clássico estrelado por Jack Black é indicado para estudantes dos níveis básico e intermediário. As conversas do cotidiano e o humor tornam o filme uma boa opção para ampliar o vocabulário e compreender situações comuns da língua inglesa.

Disponível em: Netflix
Classificação indicativa: Livre
 

5. Almost Famous (Quase Famosos)

Considerado um clássico do cinema musical, o filme acompanha um jovem jornalista durante uma turnê com uma banda de rock nos anos 1970. A produção apresenta expressões informais do inglês americano e retrata os bastidores da cena musical da época, oferecendo uma imersão na cultura do rock.

Disponível em: HBO Max
Classificação indicativa: 14 anos

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