O posto foi de André Frateschi, mas o premiado Wagner Moura já ousou se candidatar (ou quase) ao lugar de Renato Russo, morto em 1996, como vocalista da Legião Urbana.
Não decepcionou nos vários shows que fez ao lado de Marcelo Bonfá e Dado Villa-Lobos, mas esteve longe de brilhar. Deve ter sido uma curtição para ele, mas Frateschi, também ator, se saiu muito bem.
Mais habituado ao mundo da MPB, Wagner Moura sempre disse que era admirador da banda e de Renato Russo. Em diversas entrevistas manifestou ótimos conhecimentos de Legião e nunca escondeu a emoção de subir ao palco e cantar as músicas icônicas.
Mesmo se “candidatando” publicamente a liderar o que sobrou da Legião Urbana, Moura deixava claro que seu negócio era atuar – era o começo de sua careira internacional.
Muito criticado por “tentar usurpar” a posição de Renato Russo, levou na esportiva as pancadas, já que sabia que não era algo definitivo – pelo contrário. “Eu quis fazer uma celebração da arte, do rock, da Legião e da obra de Renato Russo. Era só isso. Eu me diverti”, comentou à época.
Também premiado como melhor ator no Festival de Cannes – o segundo prêmio internacional mais importante, ao lado do Globo de Ouro-, Moura se torna um artista gigante na América Latina, rivalizando com o mexicano Gael Garcia Bernal e com o argentino Ricardo Darín.
Wagner Moura tentou um dia ser enato Russo, mas acabou se contentando “apenas e se transformar no gigante Wagner Moura. Leia aqui sobre a passagem, de Moura pelo tributo Legião Urbana.