As vozes femininas que buscam icupar o espaço deixado por Pitty

Aléxia (FOTO: DIVULGAÇÃO)

Anitta ou Pitty? Ou ainda Ludmila, Iza, Mahmundi ou Nata d Lima (Manger Cadvre?)?  as novas cantoras que se aventuram no mercado foinográfico confuso da atuçidade estão se virando com s alternativas oferecida em um mar de tubarões sedentos de sangue. Como ´se possível nadar conta a maré?

Se o sonho de ser Anitta está descartado, a mira é tentar ocupar o espaço que Pitty está deixando no pop rock com sua lenta e gradual migração para uma área mais ligada à MPB. A responsabilidade é grande, embora público espere algo mais contundente do que as pretendentes estão oferecendo.

Enquanto bandas como Malvada, Violett e Eskröta obtêm resultados positivos com seu rock mais pesado e voltado para guitarras, Alexia direciona sua artilharia para uma música mais moderna, mas sempre voltada para as guitarras.

Liderando a banda que leva o seu nome, Alexia lançou “Garra”, o primeiro álbum da carreira e com boas perspectivas de atrair um público diferenciado.

Isa Buzzi (fptp: divulgação)

Abordando com leveza temas eu giram em torno da agruras cotidianas das mulheres, está em busca de um estofo que Pitty adquiriu em no de 25 anos de carreira, A moça canta bem e disfarça bem a falsa timidez nos palcos.

Isa Buzzi capricha no visual bubblegum e e apresenta como uma “pin up” dos 50 atiçando a imaginação masculina sobre uma vida que jamais imaginaram ter. A estética rockabilly emula algo de James Dean e a música faz referência de longe à da irlandesa Imelda May.

Claramente pop e com influência do poppy punk americano, Isa Buzzi compensa a voz pequena com uma performance teatral elogiável nos palcos  nos clipes, o que lhe rendeu um público ávido por imagens no canal BIS de televisão. É a que mis se aproxima, ainda que de longe, de uma estratégia à la Anitta.

A banda pernambucana Leelee vai na linha rockand ropll vom viés pop que Pitty vinha adotando nos últimos tempos. O som é nem acessível temperado com letras bem sacadas. O astral positivo ajuda, assim como o carisma cantora Leelee, que tem origens no punk local.

A banda que leva o bine da cantora oferece um pop roxk acelerado com boas doses de ka e reggae, além de puxar ecos do punk mais melódico. Ela canta muito bem e desponta como um nomes importantes do ock atual entre as um as mulheres, especialmente se ouvimos o EP “Desprtar”,

So pará ressurge a cantora Sammliz, que chamou a atenção há alguns anos com a banda de rock pesado madame Saatan, na carreira olo, moderou a fúria e apresenta um rock básico, mas bem arranjado e que, em algumas canções, se aproxima de uma MPB mais sofisticada.

Leelee (Foto: divulgação)

Guitarras e violões convivem bem e as letras são confessionais, só q que bem elaboradas e sem a urgência que o Madame Saatan pedia. A voz é forte e poderosa, se destacando entre as mulheres aqui listadas. Adora um hard rock e tem uma interpretação impecável.

Quem também está buscando espaço pe Alexia Loren profissional multimídia que se aventura na música desde o ano passado. O som é semelhante ao de Sammliz, às vezes mais pesado, mas o trabalho tem potencial para ser acessível sem ser muito rebuscado.

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