Brasileiro dirige versão premiada de clipe de Bruce Dickinson

O cantor inglês Bruce Dickinson perseguia o seu ‘éipco’ ainda no Iron Maiden, do qual saiu em 1992 (para voltar em 2000). Ele queria aquela música grandiosa, que fizesse os fãs se lembrarem dela para sempre, algo reunisse riffs majestosos, refrão inesquecível e solos de guitarra que fossem, transcendentes. Queria ter a sua própria “Rime of the Ancient Mariner” ou “Alexander the Great”, cl[assicos de sua ex-banda de então;

E não é que ele conseguiu em seu segundo álbum solo, o primeiro fora da banda, em 1994? “Tears of the Dragon” é um dos hits épicos mais importantes e lembrados do havy metal e se ornou uma música reuisitada até mesmo em, emissoras bregas de FM ao redor do mundo.

“Tears of the Dragon” ganhou versões diversas e alguns clipes, sendo que o mais recente foi amplamente premiado e tem a direção de um competente e requisitado diretor brasileiro, Leo Liberti, que é responsável por alguns elogiados trabalhos visuais do Megadeth.

O clipe de Liberti acaba de ser lançado oficialmente por Dickinson0 e teve também a colaboração do Antoine de Montremy, nome importante do do audiovisual internacional. De extremo bom gosto, o clipe tem um bom gosto inigualável e um apuro técnico dos mais elevados, especialmente nas cenas gravadas na praia.

As filmagens aconteceram em uma antiga cervejaria desativada em São Paulo, transformada em cenário para a produção conduzida por uma equipe completa de cinema. No vídeo, Bruce Dickinson aparece acompanhado de sua House Band of Hell e da Orquestra Almai, regida por Antonio Teoli — músico que também participou da nova gravação da faixa em estúdio. A bailarina brasileira Renata Bardazi completa o elenco principal da produção.

Antonio Teoli fez os arranjos e gravamos a música. Depois chamamos o cineasta Leo Liberti, que já havia filmado várias coisas ao vivo no Brasil para o cantor.

Prêmios e elogios s e acumulam: Los Angeles Film Festival IAF, Los Angeles Film Awards, New York International Film Awards, Eastern Europe Film Festival, Asian Independent Film Festival e Sweden Luleå International Film Festival.

A produção também recebeu reconhecimento técnico no World Premiere Films Awards, vencendo nas categorias de melhor videoclipe e melhor edição.

“Balls to Picasso”, o segundo álbum solo – o primeio fora do Iron Maiden – é de 1994 e dividiu crítica e fãs por seu som mais cru e alternativo”, quase grunge.

O disco foi salvo por “Tears of the Dragon”, uma canção maravilhosa que merece o título de épico”, ou “clássico, do rock. Na versão remasterizada e com partes de regravadas – “More Balls to Picasso”, de 2024 -, a canção recebeu um novo tratamento orquestra e, o que levou a novas críticas.

O álbum original tinha músicas que se tornaram presença constante em shows do cantor, “Shoot All the Clowns” e “Laughing in the Hiding Bush”, entre outras, que tiveram bom desempenho nas paradas de sucesso -quando isso ainda existia. A melhor, entretanto, era “Gods of War, a única metal de verdae do álbum..

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