Uma novela sem fim e cheia de desfaçatez, mas os ingleses gostam desse tipo de coisa e parecem nem se importar com certos tipos de ofensas e sacanagens corporativas. O baterista Zak Starkey está de volta à banda The Who após um ano e meio.
O filho o Starr tinha sido demitido deforma lamentável em abril de 2025 após desentendimento com o vocalista Roger Daltrey, que reclamou que o baterista tinha tocado mal em uma apresentação beneficente em Londres. Depis d muitas versões, foi readmitido e demitido novamente no período de dus semans, sendo substituído por Scott Devours, dfa banda solo do vocalista.
Ba última seana, emturnê solo plos Estados, Daltrey revelou que Starkey estava reintegração e ensaiando cm The Who para eventual turnê e gravação de uma música nova, “Certified Rose”. Zak Starkey confirmou a informação nas redes sociais. Ninguém falou nada sobre o destino de Devours.
Faz 30 anos que o filho de Ringo Starr estreou na bateria de The Who credenciado por vários trabalhos no pop inglês e por ter sido “aluno” da bateria de Keith Moon (1946-1978)m ex-integrante do próprio Who. Sua demissão foi um choque depois de tanto tempo.
A postura subserviente de Starkey depois de ter sido humilhado publicamente revela que as aparências importam mais do que as relações humanas e o amor próprio.
Mais do que isso, que o oportunismo prevalece nas relações artísticas no rock britânico, pois exemplos parecidos são a tônica por lá – brigas públicas homéricas com supostos perdões subsequentes.
De qualquer forma, a banda ganha com volta do ex-integrante, que é muito bom baterista e conhece o vasto repertório da banda. Reparação de uma injustiça? Talvez, mas sem um pedido formal de desculpas público de nada adianta. Fingior que nada aconteceu é um absurdo e deica no ar a eterna desconfiança de que Roger Daltrey e o guitarrista Pete Townshend, os membros oficiais do Who, não são confiáveis.