Uma ascensão meteórica, mas que começou pela porta dos fundos. Foi dessa forma que o cantor americano Ray Gillen ganhou notoriedade ao estrear” no mundo decima do rock como vocalista do Black Sabbath, uma trajetória de pouco mais de um ano.
Talentoso, rebelde e indisciplinado, Gillen foi um dos talentos mais desperdiçados do rock americano nos anos 80, Sua voz potente e maravilhosa era muito semelhante ao imbre de Glenn Hughes (ex-Deep Purple e Black Sabbath), o que motivou a sua indicação para substituir o inglês em plena turnê americana de 1986.
Faz 40 anos de que Gillen despontou em ua das situações mais constrangedoras de bastidores da história do rock. Abordado em um bar onde se apresentava com sua banda, na Costa Leste dos Estado Unidos, foi abordado por empresários do Black Sabbath em sistema dde urgência para assumir os vocais da banda. Era uma emergência. Ele topou.
Glenn Hughes, um dos melhores cantores de todos os tempos, estava em sua década perdida, afundado em drogas e álcool. Mesmo assim, fez bom trabalho em três músicas no disco “Run for Cover”, do guitarrista Gary Moore – entretanto, deveria ter gravado o LP inteiro, mas acabou brigando com o guitarrista irlandês.
Logo em seguida foi chamado pelo conterrâneo da região de Birmimgham Tony Iommi, do Black Sabbath. O guitarrista estava gravando um disco solo e queria um vocalista importante a cada música, como Robert Plant (ex-Led Zeppelin) e Rob Halford (Judas Priest), mas não de certo. Hughes acitou gravar todo o álbum.
“Seventg Star deveria ser um álbum solo, mas a gravadora IRS obrigou Iommi e lança-lo com o nome Black Sabbath, o que irritou muito Hughes, cada vez mais incontrolável e viciado. Tudo parecia improvisado, por mais que o álbum não fosse ruim, pelo contrário.
Lançado no começo de 1986, o LP não vendeu muito bem, e a banda contava com a turbe americana subsequente para melhorar os números.
O que só Iommi e os empresários sabiam era que desde janeiro Gillen ensaiava para assumir o lugar de Hughes – era para ser apenas uma eventualidade, um reserva para entrar em uma emergência, mas esta veio cedo demais. Com performances ruins, Hughes fez apenas quatro shows na turnê americana. A decisão estava tomada, com direito aa troca de socos entre o vocalista demitido e um dos empresários nos bastidores.
Ray Gillan assumiu em situação delicada e foi vem. Tão bem, qu foi efetivado para gravar o disco seguinte. “Eternal Idol”. No entanto, o novo vocalista rebelde também era instável e entrou em conflito com todo mundo no estudo.
Estava fora ao final do ano de 1986 depois de ter gravado todas as músicas. Foi substituído pelo inglês Tony Martin, o cantor que mais tempo ficou no Black Sabbath depois Ozzy Osbourne (1948-2925).
Não ficou muito tempo parado. Convidado para a banda Badlands, do guitarrista Jake E. Lee (ex-Ozzy Osbourne_, brilhou no primeiro álbum, que é excelente, mas a banda não vingou, durando apenas três anos. Criou o projeto Sun Red Sun, mas o trabalho foi interrompido por sua morte em 1993 em decorrência da Aids.