Destaques d metal, parte 1: Megadeth, Green Carnation, Corrosion of Conformity…

– A despedida do Megadeth em estúdio decepcionou boa parte dos fãs or ser um “álbum conservador e sem ousadia”, na opinião de alguns críticos musicais. “Megadeth” tem todos os ingredientes que fizeram a banda ser um monstro do thrash metal, mas realmente carece de algo diferente, como ocorreu nos dois álbuns anteriores – coincidentemente, com a presença do guitarrista brasileiro Kiko Loureiro, que saiu em 2023, O substituo, o finlandês Teemu Mantysaari (indicad e “treinado” por Loureiro) é um ás da guitarr, e foi uma indicação acertada, mas ainda assim parece estar muito contido, sem aquele diferencial de inovação de músicos como Marty Fiedman e Loureiro impuseram no som da banda americana. É um bom disco de thrash metal, divertido e com músicas acima da média, mas terá menos destaque na discografia da banda do que “Dystopia”, por exemplo. A trinca de abrtura vale a audição, sendo que “Tiíng Point” é ótima, contendo todos elementos necessários para um hit thrash metal. “I Don’t Care” é sarcástica ao estilo patrão Dave Mustaine, assim como “HGey, God?”. Let There be Shred” é mais comum, ainda que demonstre que Mustaine continua tocando e cantando muito bem.

– O Green Carntion era a grande estrela da geração de metal progressivo escandinavo que despontou no final dos anos 90, ao lado de Pagan’s Mind, Circusd Mximus, Magic Pie, Royal Hunt e Nocturnal Rites. Foram frandes álbns até que a os noruegueses entraram em um hiato interminável a partir de 2009. Há dois ano houve a volta e a inspiração pareceu intacta, mostrando que foi sempre uma banda diferenciada e que tinha gás para trabalhos no mínimo ousados. O mais recente EP, “A Drk Poem, part II: Sanguis”, soa descontraído e com uma convicção comovente. A banda está realmente curtindo no estúdio fazer e gravar movas músicas. A visão de mundo melancólica continua mesma, mas s canções apontam para um lado menos obscuro, mas o que chama a atenção é o retorno de melodias grandiosas e refrões grandiloquentes de obras como o ao vivo “A Night Under the Dam”.  Os destaques são “As Silece Took You” e “Me, My Enemy”.

 – O Corrosion of Confortmity nunca levou a sério o rótulo de “metal alternativo” e segue quebrando algumas regras de mercado em seu mais novo lançamento, “Good God/Bad Man”. Ao levar a cabo a mistura mais profunda de metal com Grateful Dead o som fica bastante diferente do quye podemos ouvir na atualidade  e a viagem é garantida movida a guitarras pesada e bem timbradas ao estilo stoner.Tem muito groove e psicodelia, mas o som pesado permanece guiando todas as músicas, como a ótima e dançante “The Handler. “Gimme Some More” é muito pesada e pode sr facilmente usada como exemplo de canção stonr m,etal. Outra música muito legal é “Handcutt County”.

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