Kiss relança ‘Destroyer’, seu principal trabalho, que completa 50 anos

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Quatro moleques de Nova York apaixonados por Beatles sedentos por sucesso, dinheiro e mulheres à disposição. Nada mais rock and roll do que isso na primeira metade dos anos 70. E nada indicava que os quatro mascarados, em postura esquisita e até assustadora, pudesse chegar lá e desfrutar do sonho dourado dos roqueiros. Era 1073 e o Kiss patinava sem futuro.

Três anos e quatro álbuns depois, a banda de hard rock dominava o mundo, tornando-se um fenômeno musical e de marketing e povoando o ideário de muitas crianças, que ganhavam super-heróis musicai para chamar de seus.

Muito disso se deve ao lançamento de um disco que agora faz 50 ano e que a maioria dos fãs do grupo considera o seu melhor trabalho, da mesma forma que a maioria dos críticos musicais, um trabalho muito bom e que, combinado com o ao vivo “Alive”, catapultou a banda ao estrelato.

O show mais quente do planeta passava muito pelo repertório de “Destroyer”, o quarto disco dos super-heróis do Kiss. Que ganha novo relançamento, mas sem material extra. O tratamento sonoro, entretanto, [e de primeira, com roupagem mais “atualizada” envolvendo remasterização e remixagem.

“Destroyer” é fundamental na careira do quarteto, então caminhado para se tornar gigante e símbolo de marketing na música – para bem e para o mal. É o álbum que deu credibilidade artística a uma banda vista como m infantil e artificial.

O clima, como sempre, era de fgesta permanente, como eles pregavam, em seu maior hit, “Rock and Roll All Nite”, ma agora eles acrescentavam mis elementos, Ohard rock estava mais pesado e fazia do quarteto uma banda “perigosa”, Era tudo o que a queria a nikecada que bão se identificava com o movimento punk.



Aliás,. esse clima de festa foi o responsável por fazer o Kiss passar incólume pelos furacões punk e disco music, mantendo o rock em alta sempre valorizando a festa, como na gloriosa homenagem a Detroit em “Detroit Rock City”, um de seus estupendos hits. E tem ainda a épica “God of Thuunder” e o grande momento da história do grupo, “Shout It Out Loud”, uma música bem dosada de hard rock e canção pop com um dos melhores refrões já escritos.

Era puro entretenimento e a ambição de serem comparados aos Beatles permeou muitas das canções É caso de Sweet Pain”, uma melodia típica dos anos 60, com belas hrmonias vocais, e a mais bela d todas as baldas gravadas pelo Kiss, “Beth”, cantada de forma apaixonada pelo baterista Peter Criss.

“Destroyer” é tão bom que o clichê é válido: parecce umaw coletânea popr conter tanta música boa e e tnatos jits – não podemos esquecer que ainda tem a pesda e forte “King of the Night Time World”.

O sucesso foi imediato e a banda escalou o tpo das paradas. Esse álbum e os dois volumes de gravações ao vivo editados no período – Alive” e “Alive II” mudaran o Kiss de patamar o colocaram coo a grande atração de rock do final dos anos70.

Em um processo semelhante ao do Aerosmith, a partir de 1978 vieram as dificuldades criativas e de relacionamento, Os álbuns seguintes não mantiveram o mesmo pique e os integrantes decidiram lançar álbuns solo dentro do guarda-chuva Kiss em 1978.

Dois anos depois meio a óper-rock “Music from, the Elder”, com resultados também decepcionantes. Era o fim da formação clássica e original, já que Peter Criss estava fora da banda, seguido por Ace Frehley, o guitarrista solo, dois anos depois. Eles voltariam 14 anos depois para po disco “Unplugged” e sua turnê, mas sairiam anos depois para nunca mais voltar, Ace Frehley morreu no ano passado, aos 74 anos.

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