No rock pesado alemão, a velha guarda ainda grita bem alto

No resgate da velha gangue, um dos heróis do metal alemão acertou em cheio. Udo Dirkschneider, a voz de sempre do Accept, deixou de lado a banda U,D.O., de power metal, para investir no metal tradicional do projeto paralelo Dirkschneider & Old Gang com o álbum “Babylon”, do ano passado.

Udo sempre prezou a sua integridade musical desse que deixou o Accept, em 1988, quando este optou em americanizar o som. Reunindo velhos amigos de trajetória Alemanha, procurou se divertir ao máximo sem maiores preocupações.

O septuagenário cantor de voz rasgada tem profunda identidade com o rock alemão, além de devoção a um sentimento de pertencimento a uma cena genuín que ajudou a criar. Isso tudo fica evidente no álbum de seu projeto mais recene, em que todos os músicos estão integrados e curtindo. Os destaques desse trabalho são “Babylon”, um poderoso rock que lembra bastante o Accept, “Hellbnreaker”, com sua pegada de Iron Maiden, e “Time to Listen”, pesada e com aspectos mais modernos.

O Helloween ainda saboreia os ótimos resultados do CDF duplo autointitulado que reuniu a formação atual aos ex-integrantes Michael Kiske (vocais) e Kai Hansen (vocais e guitarra).

Como um septeto, a banda d power metal ganhou uma sobrevida e renasceu para comemorar 40 anos de carreira. Um tremendo golaço, por mais que fosse uma decisão arriscada em relação aos problemas de relacionamento do passado.

Doro Pesch encampou de vez o título de ranha do metal europeu e, aos 62 anos, contiua fazendo trabalhos relevantes. “Warriors of the Se”, do ano passado, traz ideias novas e antigas para um metal tradicional ainda engessado, mas com certo vigor.

Ela não lembr mais a voluntariosa vocalista da banda Warlock, dos anos 80, mas evoluiu para um patamar mais alto, transitando entre o hard rock e o heavy metal amis tradicional com bastante desenvoltura e emplacando uma série de hits sobretudo na Alemanha, como “All We Are”. Permanece como uma das mulheres mais fascinantes do rock.

Um pouco mais sossegados, os Scorpios celebram impressionantes 60 anos de existência com mais um disco ao vivo, “Coming Home Live”, registrado na última e interminável turnê mundial. Nada de novo ou espetacular, esse registro soa conservador com os sucessos de sempre, com alguma outra coisa obscura.

Instituição do rock mundial, a banda veterana ao menos mais um álbum com canções novas antes de começar a planejar a aposentadoria, já que seus principais músicos beiram os 80 anos de idade.

No resgate da velha gangue, um dos heróis do metal alemão acertou em cheio. Udo Dirkschneider, a voz de sempre do Accept, deixou de lado a banda U,D.O., de power metal, para investir no metal tradicional do projeto paralelo Dirkschneider & Old Gang com o álbum “Babylon”, do ano passado.

Udo sempre prezou a sua integridade musical desse que deixou o Accept, em 1988, quando este optou em americanizar o som. Reunindo velhos amigos de trajetória Alemanha, procurou se divertir ao máximo sem maiores preocupações.

O septuagenário cantor de voz rasgada tem profunda identidade com o rock alemão, além de devoção a um sentimento de pertencimento a uma cena genuín que ajudou a criar. Isso tudo fica evidente no álbum de seu projeto mais recene, em que todos os músicos estão integrados e curtindo. Os destaques desse trabalho são “Babylon”, um poderoso rock que lembra bastante o Accept, “Hellbnreaker”, com sua pegada de Iron Maiden, e “Time to Listen”, pesada e com aspectos mais modernos.

O Helloween ainda saboreia os ótimos resultados do CDF duplo autointitulado que reuniu a formação atual aos ex-integrantes Michael Kiske (vocais) e Kai Hansen (vocais e guitarra).

Como um septeto, a banda d power metal ganhou uma sobrevida e renasceu para comemorar 40 anos de carreira. Um tremendo golaço, por mais que fosse uma decisão arriscada em relação aos problemas de relacionamento do passado.

Doro Pesch encampou de vez o título de ranha do metal europeu e, aos 62 anos, contiua fazendo trabalhos relevantes. “Warriors of the Se”, do ano passado, traz ideias novas e antigas para um metal tradicional ainda engessado, mas com certo vigor.

Ela não lembr mais a voluntariosa vocalista da banda Warlock, dos anos 80, mas evoluiu para um patamar mais alto, transitando entre o hard rock e o heavy metal amis tradicional com bastante desenvoltura e emplacando uma série de hits sobretudo na Alemanha, como “All We Are”. Permanece como uma das mulheres mais fascinantes do rock.

Um pouco mais sossegados, os Scorpios celebram impressionantes 60 anos de existência com mais um disco ao vivo, “Coming Home Live”, registrado na última e interminável turnê mundial. Nada de novo ou espetacular, esse registro soa conservador com os sucessos de sempre, com alguma outra coisa obscura.

Instituição do rock mundial, a banda veterana ao menos mais um álbum com canções novas antes de começar a planejar a aposentadoria, já que seus principais músicos beiram os 80 anos de idade.No resgate da velha gangue, um dos heróis do metal alemão acertou em cheio. Udo Dirkschneider, a voz de sempre do Accept, deixou de lado a banda U,D.O., de power metal, para investir no metal tradicional do projeto paralelo Dirkschneider & Old Gang com o álbum “Babylon”, do ano passado.

Udo sempre prezou a sua integridade musical desse que deixou o Accept, em 1988, quando este optou em americanizar o som. Reunindo velhos amigos de trajetória Alemanha, procurou se divertir ao máximo sem maiores preocupações.

O septuagenário cantor de voz rasgada tem profunda identidade com o rock alemão, além de devoção a um sentimento de pertencimento a uma cena genuín que ajudou a criar. Isso tudo fica evidente no álbum de seu projeto mais recene, em que todos os músicos estão integrados e curtindo. Os destaques desse trabalho são “Babylon”, um poderoso rock que lembra bastante o Accept, “Hellbnreaker”, com sua pegada de Iron Maiden, e “Time to Listen”, pesada e com aspectos mais modernos.

O Helloween ainda saboreia os ótimos resultados do CDF duplo autointitulado que reuniu a formação atual aos ex-integrantes Michael Kiske (vocais) e Kai Hansen (vocais e guitarra).

Como um septeto, a banda d power metal ganhou uma sobrevida e renasceu para comemorar 40 anos de carreira. Um tremendo golaço, por mais que fosse uma decisão arriscada em relação aos problemas de relacionamento do passado.

Doro Pesch encampou de vez o título de ranha do metal europeu e, aos 62 anos, contiua fazendo trabalhos relevantes. “Warriors of the Se”, do ano passado, traz ideias novas e antigas para um metal tradicional ainda engessado, mas com certo vigor.

Ela não lembr mais a voluntariosa vocalista da banda Warlock, dos anos 80, mas evoluiu para um patamar mais alto, transitando entre o hard rock e o heavy metal amis tradicional com bastante desenvoltura e emplacando uma série de hits sobretudo na Alemanha, como “All We Are”. Permanece como uma das mulheres mais fascinantes do rock.

Um pouco mais sossegados, os Scorpios celebram impressionantes 60 anos de existência com mais um disco ao vivo, “Coming Home Live”, registrado na última e interminável turnê mundial. Nada de novo ou espetacular, esse registro soa conservador com os sucessos de sempre, com alguma outra coisa obscura.

Instituição do rock mundial, a banda veterana ao menos mais um álbum com canções novas antes de começar a planejar a aposentadoria, já que seus principais músicos beiram os 80 anos de idade.

No resgate da velha gangue, um dos heróis do metal alemão acertou em cheio. Udo Dirkschneider, a voz de sempre do Accept, deixou de lado a banda U,D.O., de power metal, para investir no metal tradicional do projeto paralelo Dirkschneider & Old Gang com o álbum “Babylon”, do ano passado.

Udo sempre prezou a sua integridade musical desse que deixou o Accept, em 1988, quando este optou em americanizar o som. Reunindo velhos amigos de trajetória Alemanha, procurou se divertir ao máximo sem maiores preocupações.

O septuagenário cantor de voz rasgada tem profunda identidade com o rock alemão, além de devoção a um sentimento de pertencimento a uma cena genuín que ajudou a criar. Isso tudo fica evidente no álbum de seu projeto mais recene, em que todos os músicos estão integrados e curtindo. Os destaques desse trabalho são “Babylon”, um poderoso rock que lembra bastante o Accept, “Hellbnreaker”, com sua pegada de Iron Maiden, e “Time to Listen”, pesada e com aspectos mais modernos.

O Helloween ainda saboreia os ótimos resultados do CDF duplo autointitulado que reuniu a formação atual aos ex-integrantes Michael Kiske (vocais) e Kai Hansen (vocais e guitarra).

Como um septeto, a banda d power metal ganhou uma sobrevida e renasceu para comemorar 40 anos de carreira. Um tremendo golaço, por mais que fosse uma decisão arriscada em relação aos problemas de relacionamento do passado.

Doro Pesch encampou de vez o título de ranha do metal europeu e, aos 62 anos, contiua fazendo trabalhos relevantes. “Warriors of the Se”, do ano passado, traz ideias novas e antigas para um metal tradicional ainda engessado, mas com certo vigor.

Ela não lembr mais a voluntariosa vocalista da banda Warlock, dos anos 80, mas evoluiu para um patamar mais alto, transitando entre o hard rock e o heavy metal amis tradicional com bastante desenvoltura e emplacando uma série de hits sobretudo na Alemanha, como “All We Are”. Permanece como uma das mulheres mais fascinantes do rock.

Um pouco mais sossegados, os Scorpios celebram impressionantes 60 anos de existência com mais um disco ao vivo, “Coming Home Live”, registrado na última e interminável turnê mundial. Nada de novo ou espetacular, esse registro soa conservador com os sucessos de sempre, com alguma outra coisa obscura.

Instituição do rock mundial, a banda veterana ao menos mais um álbum com canções novas antes de começar a planejar a aposentadoria, já que seus principais músicos beiram os 80 anos de idade.

No resgate da velha gangue, um dos heróis do metal alemão acertou em cheio. Udo Dirkschneider, a voz de sempre do Accept, deixou de lado a banda U,D.O., de power metal, para investir no metal tradicional do projeto paralelo Dirkschneider & Old Gang com o álbum “Babylon”, do ano passado.

Udo sempre prezou a sua integridade musical desse que deixou o Accept, em 1988, quando este optou em americanizar o som. Reunindo velhos amigos de trajetória Alemanha, procurou se divertir ao máximo sem maiores preocupações.

O septuagenário cantor de voz rasgada tem profunda identidade com o rock alemão, além de devoção a um sentimento de pertencimento a uma cena genuín que ajudou a criar. Isso tudo fica evidente no álbum de seu projeto mais recene, em que todos os músicos estão integrados e curtindo. Os destaques desse trabalho são “Babylon”, um poderoso rock que lembra bastante o Accept, “Hellbnreaker”, com sua pegada de Iron Maiden, e “Time to Listen”, pesada e com aspectos mais modernos.

O Helloween ainda saboreia os ótimos resultados do CDF duplo autointitulado que reuniu a formação atual aos ex-integrantes Michael Kiske (vocais) e Kai Hansen (vocais e guitarra).

Como um septeto, a banda d power metal ganhou uma sobrevida e renasceu para comemorar 40 anos de carreira. Um tremendo golaço, por mais que fosse uma decisão arriscada em relação aos problemas de relacionamento do passado.

Doro Pesch encampou de vez o título de ranha do metal europeu e, aos 62 anos, contiua fazendo trabalhos relevantes. “Warriors of the Se”, do ano passado, traz ideias novas e antigas para um metal tradicional ainda engessado, mas com certo vigor.

Ela não lembr mais a voluntariosa vocalista da banda Warlock, dos anos 80, mas evoluiu para um patamar mais alto, transitando entre o hard rock e o heavy metal amis tradicional com bastante desenvoltura e emplacando uma série de hits sobretudo na Alemanha, como “All We Are”. Permanece como uma das mulheres mais fascinantes do rock.

Um pouco mais sossegados, os Scorpios celebram impressionantes 60 anos de existência com mais um disco ao vivo, “Coming Home Live”, registrado na última e interminável turnê mundial. Nada de novo ou espetacular, esse registro soa conservador com os sucessos de sempre, com alguma outra coisa obscura.

Instituição do rock mundial, a banda veterana ao menos mais um álbum com canções novas antes de começar a planejar a aposentadoria, já que seus principais músicos beiram os 80 anos de idade.

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