Um álbum conceitual de rock progressivo, mas bem pesado. “A MatterofLife and Death”, do Iron Maiden, foi lançado em 2006 para marcar mais uma virada na carreira da banda – curiosamente, 20 anos depois de “Somewhere in Time”, outra mudança importante e decisiva na carreira da banda.
Terceiro trabalho desde a volta de Bruce Dickinson em 1999 – o vocalista havia saído seis anos antes -. “A Matter od Life and Death” inaugurou a fase do metal progressivo, com músicas mais longas e conceituais, falando de política e questões filosóficas de fundo social. É o disco ,aos político dp Iron Maidenn – e tem quem enxergue um viés religioso na ótima “For the Greater Good of God”.
É um trabalho estranho, diferente e sombrio. Tem discurso, tem pregação, mas também tem riffs intrincados e solos de guitarras lancinantes.
Não é uma audição fácil, bem diferente do descontraído “Dance of Death”, de 2003, um álbum de transição sem um grande hit. Por outro lado, estava recheado de canções encharcadas de história, como “Passchaendale” )sobre a I Guerra Mundial” e “Montségfur” (sobre a Europa Medieval).
O som é bem pesado e as três guitarras aparecem bem equilibradas, com Adrian Smith, que retornou em 1999, mais ambientado e entrosado, dando mais estofo ao estilo progressivo adotado, Como ele é mais bluesy, havia uma preocupação com uma eventual inadaptação. Não foi o caso.
Assim como o álbum anterior, A Matter of Life and Death” não tem um grande hit, por mais que houvesse a insistência em For The Grater Good of God” O refrão é excelente, assim como alguns arranjos de guitarra. Outra possibilidade foi “The Reincarnation of Benjamin Breeg”, a que mais difere do restante, um pouco mais festiva e eivada de ironia ao narrar a história de uma figura pública e polêmica.
“Different Word” é uma das melhores canções, relembrando alguns dos bons momentos dos anos 80, mas a que mais se destaca é “Brighter Than a Thousand Suns”, inspirada no projeto Manhattan, que produziu as bombas atômicas lançadas contra as cidades japonesas em 1945. O trabalho de guitarras deveria ser exemplo de heavy metal e rock. não só por conta dos arranjos intrincados mas por conta de passagens que têm mudanças abruptas. É um dos grandes momentos da história do conjunto.
História e política se entrelaçaram como nunca em “A Matter of Life and Death”, estabelecendo novos parâmetros para o som do Iron Maiden. É a origem direta de “The Book of Souls” (2015) e Senjutsu”, os álbuns mais progressivos do grupo.
Um álbum conceitual de rock progressivo, mas bem pesado. “A MatterofLife and Death”, do Iron Maiden, foi lançado em 2006 para marcar mais uma virada na carreira da banda – curiosamente, 20 anos depois de “Somewhere in Time”, outra mudança importante e decisiva na carreira da banda.
Terceiro trabalho desde a volta de Bruce Dickinson em 1999 – o vocalista havia saído seis anos antes -. “A Matter od Life and Death” inaugurou a fase do metal progressivo, com músicas mais longas e conceituais, falando de política e questões filosóficas de fundo social. É o disco ,aos político dp Iron Maidenn – e tem quem enxergue um viés religioso na ótima “For the Greater Good of God”.
É um trabalho estranho, diferente e sombrio. Tem discurso, tem pregação, mas também tem riffs intrincados e solos de guitarras lancinantes.
Não é uma audição fácil, bem diferente do descontraído “Dance of Death”, de 2003, um álbum de transição sem um grande hit. Por outro lado, estava recheado de canções encharcadas de história, como “Passchaendale” )sobre a I Guerra Mundial” e “Montségfur” (sobre a Europa Medieval).
O som é bem pesado e as três guitarras aparecem bem equilibradas, com Adrian Smith, que retornou em 1999, mais ambientado e entrosado, dando mais estofo ao estilo progressivo adotado, Como ele é mais bluesy, havia uma preocupação com uma eventual inadaptação. Não foi o caso.
Assim como o álbum anterior, A Matter of Life and Death” não tem um grande hit, por mais que houvesse a insistência em For The Grater Good of God” O refrão é excelente, assim como alguns arranjos de guitarra. Outra possibilidade foi “The Reincarnation of Benjamin Breeg”, a que mais difere do restante, um pouco mais festiva e eivada de ironia ao narrar a história de uma figura pública e polêmica.
“Different Word” é uma das melhores canções, relembrando alguns dos bons momentos dos anos 80, mas a que mais se destaca é “Brighter Than a Thousand Suns”, inspirada no projeto Manhattan, que produziu as bombas atômicas lançadas contra as cidades japonesas em 1945. O trabalho de guitarras deveria ser exemplo de heavy metal e rock. não só por conta dos arranjos intrincados mas por conta de passagens que têm mudanças abruptas. É um dos grandes momentos da história do conjunto.
História e política se entrelaçaram como nunca em “A Matter of Life and Death”, estabelecendo novos parâmetros para o som do Iron Maiden. É a origem direta de “The Book of Souls” (2015) e Senjutsu”, os álbuns mais progressivos do grupo.