– Era para ser um disco de transição, mas os fãs temiam uma guinada para o rock progressivo, como algumas músicas de “Physycal Graffiti”, o disco anterior, sugeria, mas isso não ocorreu. Entretanto, parte dos fãs não compreendeu a obram qu confundiu a crítica sobre as intenções da banda, “Presence” era um disco de blues sofisticado ou de rock manjado e pretensioso?
Era uma época de mudanças para o Led Zeppelin depois de seis anos pisando no acelerador, as tensões eram evidentes entre os integrantes, que aguentavam mais as intermináveis turnês exigidas pelo empresário Peter Grant e pelo guitarrista Jimmy Page. Os dois concordaram que não haveria shows em 1976, mas queriam um álbum novo.
O clima estava pesado também por conta do humo de Robert Plant, o vocalista de índole sossegada que se transformava em deu hedonista no palco. Continuava na 0cadeira de rodas se recuperando de um acidente de carro sofrido no anterior quando estava de férias na Grécia.
“Presence” é diferente, estranho, com uma sonoridade mais limpa e músicas mais complexas. Achilles Last Stamd” era o maior temor de todos com seu ar progressivo e intrincado, lembrando um pouco “Trample Underfoot”.
Tudo estava diferente, a começar pela escolha do gelado Musicland Studios, em Munique, na Alemanha. Estavam for de casa, reflexo das tensões internas – Page e Plant compuseram todas as fias na ausência de do baixista John Paul Jones e do baterista John Bonham.
O blues épico “Tea For One” é um mergulho no passado, para devaneio de Jimmy Page. For Your Life” e “Nobody’s Fault But Mine” repisavam ideias do passado em tentativa de reeditar o jar rock do começo, enquanto que Hot on For Nowhere” e “Royal Orleans” não passavam de músicas medianas sem o grande apelo que o grupo sempre teve, que era o som grandioso das guitarras de Page. Com o suimiço dos teclados, a produção soava um pouco mais cru, mas sem a força de outrora.
As mudanças foram recebidas ci cautela, coo era de se esperar em um disco de transição. Vendeu bem, mas menos do que os anteriores. É considerado o “último álbum verdadeiro” do Led Zeppelin, já que “In Thrugjhh the Outdoor”, lançado três anos depois, não tem a produção de Page na íntegra, tem, uma sonoridade bem diferente e mostrava uma banda em frangalhos e desintegrando. É considerado o “verdadeiro último álbum” da carreira da banda.

– “Rocks” é o quarto álbum do Aerosmith e o melhor de todos. A qualidade do disco fgez a banda mudou de patamar– de segundo escalão do hard rock americano para a elite do rock na segunda metade dos anos 70,,rivalizando com Van Halen, Queen e Kiss como as grandes atrações do momento. O som era pesado, suingado, com um groove irresistível que nem mesmo a mania d épica, a disco, ousou derrubar. Pena que dourou pouco essa fase de sucesso.
Só o fato de conter “Walk This Way”, o seu maior hit, já torna o álbum importate dentro do contexto do rock d época. “Rock” também começou a distanciar s comparações inevitáveis com os Rolling Stones – fato que os aproximou dos Beatles, paixão do vocalista Steven Tyler. A banda gravou versões bem legais de “Come Together” e “I’m Down” anos depois.
Outro momento excepcional é Noboys Falut”, a melhor canção já composta e gravada pelo Aerosmth, um rock pesadíssimo e denso, interpretado com paixão e precisão por um Tyler possuído e pelos guitarristas Joe Perry e Brad Whitgord cuspindo fogo em solos e riffs abrasadores..
E aind tem a a acessível “Back inthe Saddle”, o primeiro single e a maispop mas com um riff de baixo estonteante de Tom Hamilton.; “Lick and Promiise”, um rockão impulsionado por guitarras endiabradas em riffs perfeitos, assim como “Sick as a Dog”, uma canção pesada e grudenta; e “Last Child”, hit atemporal baseado em um blues lento e safado. O álbum foi escolhido por uma rádio americana como um dos dez que poderiam representar perfeitamente o que foi o rock dos Estados Unidos na década de 1970.; Os discos posteriores, “Draw the Line” e “Night in the Ruts”, não mantiveram o nível e a banda se esfacelou, cm as saídas da de Perry e Whitford entre 1979 – voltariam em 1985 para a fase de maior popularidade, que começou a partir do álbum “Pump”, de 1089.

– “Runnig with the Pack” é o terceiro álbum do Bad Company, provavelmente o supergrupo mais bem-sucedido dos anos 70. Com contrato assinado com o selo Swan Song, do Led Zeppelin, a banda decolou desde o primeiro disco, autointitulado, de 1974, cheio de hits e de um bom gosto inigualável. No seguinte, “Shooting Star” manteve o nível só que um pouco mais pesado. Como viria o terceiro.
Formado ds cinzas de duas bandas, o Mott the Hoople e o Free, o Bad Company ganhou o entusiasmo de Jimmy Page ,mo guitarrista do Led Zeppelin e de seu empresário, Peter Grant, Foi a primeira contratada do selo Swan Song.
Paul Rodogers,. o vocalista, e o Simon Kirke, o baterista, tinham fundado o Free em 1967, grupo de blues rock dos mis influentes da história. Gravou seis discos e acboy em 1973., O guitarrista Mick Ralphes tinha criado o Mott the Hoople com o cantor Ian Hunter em 1970 e o baixista Boz Burrell, qu também cantava. teve rápida passagem pelo C pelo King Criimson. Ele morreu aos 60 anos em 2006 e Ralphes, aos 81 anos no ano passado.
Bom letrista e compositor inspirado, Rdogers ea uma espécie de David Coverdale (Deep Purole) e Whitesnake) mais sofisticado ou menos brega. Foi considerado o miro cantor de rock do mundo por Rod Stevwart. Já Rakphes era o pulmão e coração da banda, com sua guitarra expansiva e criativa viajando por diversos territórios, e foi nisso que ele introduziu em “Runnng with the Pack”.
O conjunto foi ousado e tirou o peso das guitarras, mas aprofundou o mergulho no blues e na soul music., O groove de “Live for the Music” é contagiante, com a guitarra servindo de gi par uma jornada dançante, enquanto que a faixa-título é um blues rock épico daqueles que serviram de inspiração para Joe Bonamassa.
As baladas são boas e dão um equilíbrio interessante ao disco, como é o caso de Love Me Somebody”, mas a matadora ´a simples e contundente “Simple Man”, um exemplo de canção pop perfeita. E ainda tem “Sweet Lil’ Sister”, em versão encantadora.
A banda não repetiria mais a qualidade da trinca inicial de álbuns,. embora “Desolation Angel”, de 1979, seja m bom disco. Rodgers sairia em 1983 para a careira solo e depois para tocar em The Firm apo lado de Jimmy Page. O Ba Company seguiria a partir de 1985 com o bom vocalista Brian Howe e, neste século, ensaiou algumas voltas com Ropdfgers nos vocais, incluindo duas turnês.

– “O show mais quente do planeta passava muito pelo repertório de “Destroyer”, o quarto disco dos super-heróis do Kiss, então caminhado para se tornar gigante e símbolo de marketing na música – para bem e para o mal. É o álbum que deu credibilidade artística a uma banda vista como m infantil e artificial.
O clima, como sempre, era de fgest permanente, como eles pregavam, em seu maior hit, “Rock and Roll All Nite”, ma agora eles acrescentavam mis elementos, Ohard rock estava mais pesado e fazia do quarteto uma banda “perigosa”, Era tudo o que a queria a molecada que não se identificava com o movimento punk.
Aliás,. esse clima de festa foi o responsável por fazer o Kiss passar incólume pelos furacões punk e disco music, mantendo o rock em alta sempre valorizando a festa, como na gloriosa homenagem a Detroit em “Detroit Rock City”, um de seus estupendos hits. E tem ainda a épica “God of Thuunder” e o grande momento da história do grupo, “Shout It Out Loud”, uma música bem dosada de hard rock e canção pop com um dos melhores refrões já escritos.
Era puro entretenimento e a ambição de serem comparados aos Beatles permeou muitas das canções É caso de Sweet Pain”, uma melodia típica dos anos 60, com belas hrmonias vocais, e a mais bela d todas as baldas gravadas pelo Kiss, “Beth”, cantada de forma apaixonada pelo baterista Peter Criss.
“Destroyer” é tão bom que o clichê é válido: parecce umaw coletânea popr conter tanta música boa e e tnatos jits – não podemos esquecer que ainda tem a pesda e forte “King of the Night Time World”.
O sucesso foi imediato e a banda escalou o tpo das paradas. Esse álbum e os dois volumes de gravações ao vivo editados no período – Alive” e “Alive II” ,udaram o Kiss de patamar o colocaram coo a grande atração de rock do final dos anos70.
Em um processo semelhante ao do Aerosmith, a partir de 1978 vieram as dificuldades criativas e de relacionamento, Os álbuns seguintes não mantiveram o mesmo pique e os integrantes decidiram lançar álbuns solo dentro do guarda-chuva Kiss em 1978.
Dois anos depois meio a óper-rock “Music from, the Elder”, com resultados também decepcionantes. Era o fim da formação clássica e original, já que Peter Criss estava fora da banda, seguido por Ace Frehley, o guitarrista solo, dois anos depois. Eles voltariam 14 anos depois para po disco “Unplugged” e sua turnê, mas sairiam anos depois para nunca mais voltar, Ace Frehley morreu no ano passado, aos 74 anos.